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sábado, 14 de novembro de 2009

Dois mil e nove e eu

O meu ano (até agora) foi uma receita gigante de bolo. Com direito a indecisão, felicidade, preocupação, uma pitada de tristeza (bem pouquinho mesmo) e muita nostalgia. 2009 tem sido um ano meio estranho. Não fiz grandes realizações e nem grandes descobertas. Fiz um ano de cursinho. Fiquei com medo de fazer jornalismo, mas por fim descobri que é isso mesmo que eu quero (agora as inscrições já estão feitas e não tenho mais como voltar atrás). Esse foi o primeiro ano morando perto do meu namorado, ano passado era ele no Paraná e eu no Rio de Janeiro e foi o primeiro ano longe de quase todas minhas amigas. Cada uma foi para um canto, afinal esse também foi o primeiro ano após o término do colégio. Praticamente um ano inovador e ao mesmo tempo sem novidades. Não sei se esse foi um ano que marcou minha vida, mas sei que depois dele eu aprendi a valorizar quem me ama (ou no mínimo faz de conta que me ama). Sei que eu esse ano me deixou morrendo de saudades do ensino médio e morrendo de vontade de passar no vestibular. E por sinal essa é a única coisa que falta para esse ano que parece uma receita sem sal terminar bem: passar no vestibular. De resto, é isso. Nem mais, nem menos. Apenas mais um ano, apenas 2009.

domingo, 18 de outubro de 2009

Um show de sorte

Eu ia fazer 15 anos. E não sonhava com uma festa. Eu gostava de strokes desde os 11. E por acaso eles viriam no Brasil nesse mesmo ano. Eu queria o show dos strokes. Meu pai não levou a sério. Passaram os dias e não compramos ingresso antecipado. Os ingressos acabaram. Chorei muito, sempre jogando na cara do meu pai que a culpa era dele. Ele entendeu o recado. E dia 22 de outubro de 2005, sem nada programado, fomos de ônibus rumo ao Rio de Janeiro. Duas horas e meia de viagem. Nem consegui comer direito naquele dia, acho que eu estava tão nervosa que nada desceria pela minha garganta. Chegamos à rodoviária do Rio e pegamos um taxi para o Cais do Porto, onde seria o show. O ingresso realmente estava esgotado. Meu pai, malandro que só, me deixou na fila e perto do início do show, ele comprou nossos ingressos de cambistas. Pronto, o sonho estava feito. Tinha algo de censura e um cara pedindo carteira de identidade, então eu sai da fila na hora em que ele passou. Nem a censura de 16 anos me segurou. Agora era esperar os portões abrirem. Meu pai disse que era pra eu fazer um lanche lá dentro antes do show. Eu não quis nem saber. Fui correndo para perto do palco. E se não fosse uma baixinha gordinha na minha frente eu estaria na grade. Mas quem liga, eu já estava lá. Mais sorte eu não podia querer. Sem contar que o Kings of leon abriu o show, outro prêmio sem tamanho. Depois lá estavam eles: The strokes. Eu apenas cantei, pulei, chorei e gritei, naquele que julgo meu dia de sorte, o melhor por sinal.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Pequeno grande prazer..

Meu maior pequeno prazer é comprar. Sei lá, desde presentinhos para meu namorado até o meu objeto de consumo da vez (na verdade tenho uma lista bem grandinha para isso). Isso inclui de sapatos a prendedores de cabelo... Tudo bem que nem sempre eu tenho a verba necessária, então de vez em quando apenas andar e ver vitrines e descobrir novos objetos de desejo me dão ânimo. Ah, sem esquecer do mais fofo de todos, ir todas as tardes na casa de ração perto do meu cursinho ver os filhotes mais bonitinhos e que meus pais nunca vão me dar. Mais ainda sim, me contento em fazer apenas carinho neles e ficar enchendo meu namorado pra me dar um. De qualquer jeito, eu me animo, porque ah, são pequenos prazeres...

domingo, 13 de setembro de 2009

Só falta crescer

Minha infância não terminou no dia em que eu parei de brincar de barbie. Porque eu me sinto um pouco criança até hoje. Ainda moro com meus pais e me sinto dependente deles para várias coisas. Eu cresci, eu tenho dezoito anos, mas não me sinto como adulta. Minhas responsabilidades se resumem em estudar e pagar a conta do celular todo dia dez (e olha que nem isso eu consigo fazer direito). Acho que se infância é brincar, a minha terminou quando eu tinha onze anos, caso contrário, eu sou criança até hoje. Na minha cabecinha, crescer deve doer demais. Prefiro me considerar uma menina meio adolescente, meio criança. Nem um, nem outro. Mas não totalmente madura. Acho que ainda falta muio para eu crescer. Falta eu descobrir o mundo, falta eu saber o que eu quero da minha vida. Eu me sinto tão imatura para escolher minha própria profissão, como posso dizer que eu cresci? E sabe de uma coisa? Eu amo não crescer. E tive sorte de não precisar crescer cedo. Minha cabeça AINDA é livre de responsabilidades. Sei que isso vai acabar um dia. Mas por enquanto é bom, pois eu ainda tenho tempo para me preocupar com somente uma coisa: meus sonhos!

Das telas para a minha vida.

Tomar bronca, namorar a distância, pagar mico e cair na rua. De dias tristes a felizes. Minha vida com certeza daria um filme. E o pior de tudo é que eu até imagino a trilha sonora. De início eu já morei numas seis casas diferentes na mesma cidade, meu pai mudava quase que de dois em dois anos. E nessas várias casas, já fiquei sozinha muitas vezes imaginando que algo poderia acontecer. Imaginando se eu conseguiria fazer igual ao filme "Esqueceram de mim", armadilhas para pegar ladrões. Quando criança eu imagina minha vida como uma brincadeira, e cresci vendo aqueles filmes em que a menina sempre era não correspondida pelo "garoto" dos sonhos. No fim sempre dava certo nos filmes, mas se minha vida era quase um filme, por que pra mim também não dava certo? Demorou mas aconteceu. Encontrei um cara que me ama e sim, sou muito feliz. Aconteceu como um filme. E (quase) como um conto de fadas nós estamos até hoje. Minha vida continua numa intensa sequência de filmagens, só falta à realização profissional. Mas isso ai já é roteiro para outro filme...

segunda-feira, 29 de junho de 2009

O engenheiro das minhas opiniões

Sempre gostei de ler e escrever. Mas nunca poesia, pois isso fazia parte do mundo que eu não entendo... Enquanto eu cursava meu terceiro ano do ensino médio, um professor de redação, o Luciano, inventou um projeto de uma revista de poesia e convocou voluntários. Aquilo não tinha nada a ver comigo. Mas uma amiga minha se animou, me animou e logo estávamos lá conversando com o professor. Ele explicou como seria o projeto, como iríamos fazer a primeira edição da revista e anunciou que cada edição teria um poeta de destaque. A revista nunca saiu. Lembro que o Luciano disse que o primeiro poeta seria o Paulo Leminski, pois ele admirava muito o seu trabalho. Ah, eu aposto que você nunca viu um professor de redação tão persuasivo e tão cheio de idéias quanto Luciano. Ele é daquele tipo de cara que tem muita credibilidade no quesito informações, prende nossa atenção e ainda nos faz refletir. Além do que, ele dá aula do que eu chamo de “matéria mais flexível do mundo”. Não era qualquer um falando de um poeta qualquer. Era o Luciano falando do Paulo Leminski. Lógico que eu comecei a pesquisar sobre o tal poeta. E me apaixonei por sua poesia. Não que eu a entenda, eu só admiro e ela me encanta. E o Luciano? Bom, ele ainda é meu professor no cursinho. Posso dizer com todas as letras: ele ajudou e ainda ajuda a montar minhas opiniões sobre os mais variados assuntos. É por isso que eu nunca vou esquecê-lo. Ele planta em mim um pouquinho de si mesmo quando fala. E eu faço questão de fazer isso crescer junto com minhas opiniões. Afinal, ele é o cara. E da forma mais singela, através do meio que ele domina, através das palavras, eu digo: Obrigada, mestre!

segunda-feira, 22 de junho de 2009

- Ela tem estrela no olhar!

A gente não cansa de viver por vários motivos. Cada um com os seus. Uns vivem por Deus ou por sua religião, pela família ou pelos amigos, ou simplesmente pelo instinto. A gente vive. Mas quem nunca teve aquela vontade de desistir? De nunca mais sair de casa, ou de virar pozinho quando alguma coisa não dá certo? Pois é, eu assumo, já quis desistir de tudo. Principalmente desde que o "vestibular" entrou na minha vida. Estresse, correria, olheiras, sono... E ainda sim nem tudo sai como a gente espera ou planeja. Mal tenho tempo pra mim e quando chega o final do dia, parece que ainda faltam horas para concluir tudo o que eu tinha planejado. Então eu sinto aquela mistura de cansaço mental e físico, e aquele frio na barriga pré-prova de vestibular. É ai que eu lembro que junto com o fim do dia e com essas sensações vem a noite. E com ela, estrelas e às vezes até uma lua linda. Eu sei, parece bobeira, mas eu AMO olhar o céu. É como se isso recompensasse meu dia. E por incrível que pareça, isso me trás um sentimento tão bom que eu esqueço de tudo. Como se eu sentisse que somente coisas boas fossem acontecer comigo, como se tudo estivesse perfeito, como se cada minuto de estresse do meu dia tivesse sido válido. As estrelas em especial me dão uma paz enorme. Como se todo dia elas me dissessem: "Vai ficar tudo bem, Fernanda!". E é nesse momento que minhas energias são recarregadas, eu fico pronta para encarar tudo de novo e nunca desistir; porque eu sei que à noite elas vão estar lá em cima, esperando para fazer meu dia valer a pena.

domingo, 14 de junho de 2009

Pecado não! É alimentação.

Eu como. Eu como e como engordo. Mas nem ligo. Ok, eu ligo. Tento equilibrar minha alimentação. Como de tudo um pouco. De coisas verdes que não engordam à doces calóricos que me enchem de celulite. Sim, eu como carne. E acho que seria dificil eu virar vegetariana. Prefiro combinar os dois: vegetais e carnes juntos ficam uma combinação ótima! Dieta? Bem, isso é um caso mal resolvido na minha vida. Como qualquer outra mulher, eu sempre estou no mínimo dois quilos à cima do peso. Até tento fechar a boca, mas as calorias contidas em alguns alimentos me atrem muito facilmente. Um problema sério. Eu só não sou muito gordinha, porque ao mesmo tempo em que eu como coisas muito calóricas, eu também sei que é importante comer coisas saudáveis. Aprendi desde criança a comer de tudo e ter uma alimentação balanceada. A não ser quando eu via chocolate. Devorava e ainda devoro fácil. Meu pecado preferido é a gula. Sim, eu como por prazer. Saber ser saudável e ao mesmo tempo comer coisas que agradam meu paladar, não tem preço.

domingo, 7 de junho de 2009

À moda antiga

Sem rodeios lá vou eu: não gosto de cantadas. Por vários motivos. A começar pelo fato de que a maioria é frase feita. E que algumas dão vontade de chorar. Sem exageros. Acho mais interessante uma boa conversa e deixar que tudo aconteça de uma forma mais elegante. Nada premeditado, coisas improvisadas são mais emocionantes. Meu namorado, por exemplo, não me conquistou com cantadas e sim com muita conversa e assuntos que temos em comum. Sou a favor do diálogo continuo e de que o interesse seja demonstrado por ambas as partes. Cantadas realmente nunca me deixariam impressionada. O que me deixa impressionada é o bom humor, a inteligência, a capacidade de dialogar, bom gosto musical (ou seja, parecido com o meu), educação, personalidade... Muito mais do que uma simples frase! Sem contar que cantadas geralmente são superficiais, e elogiam a beleza da mulher. Prefiro acreditar que eu e todas as mulheres que se valorizam, são mais do que um rosto ou um corpo. Cantadas são pequenas e feitas para os homens “pegarem” uma mulher por uma noite, e eu não entro nesse esquema. Sou a favor de relacionamentos que começam com longas conversas e duram muito tempo.

domingo, 31 de maio de 2009

Nasceu um milhão no meu jardim

Dizem que dinheiro na mão é vendaval. Pura mentira. Na minha seria um verdadeiro furacão. Furacão de compras. Se brotasse um milhão de reais no meu jardim e eu tivesse apenas um dia para gastar, sinceramente, eu ficaria perdida. Mas nada que eu não conseguisse realizar. Gastar nunca foi uma tarefa difícil para qualquer garota. Para mim não seria diferente. A começar por três carros, os três que fazem parte dos meus sonhos de consumo: um para viajar, um para cidade e um por pura vaidade. Depois eu iria até uma agência de viagem para planejar uma ida a Europa. Compraria as passagens e reservaria tudo que eu tivesse direito, já que meu dinheiro não poderia durar mais do que um dia no meu jardim. Depois eu iria as compras, roupas, roupas e mais sapatos! Eu não poderia esquecer de ajudar meus pais, eles me aturam e logo merecem um pouco do dinheiro que brotou no meu jardim. Ah, eu também compraria um presente para meu namorado, um carrinho quem sabe. Tenho um sonho de vê-lo dirigindo um sedan. Terminaria meu dia, comprando uma ilha em Angra e levando todos meus amigos, minha família e meu namorado para lá. Onde eu daria uma super festa para terminar em alto estilo o meu dia de compras. Afinal, não é todo dia que nasce um milhão no nosso jardim.

domingo, 17 de maio de 2009

Tatipolarana, o debate ambiental e os ursos polares

Tatipolarana, sobrinha do Capitão Planeta, é uma jovem branca como a neve que mora na Finlândia. Tem o poder de congelar água e persuadir homens malvados que não ligam para o aquecimento global. Seu maior objetivo é salvar o habitat dos ursos polares do derretimento! Tati, como é conhecida, não tem medo de discussões e vive provocando grandes homens de negócio. Seria a super-heroina perfeita não fosse seu lado emocional, que muitas vezes se derrete como gelo quando encontra algum obstáculo muito grande. Ela vive pela causa dos ursos polares e também de outros animais que dependem da imensidão branca para sobreviverem. Seu maior problema foi quando um homem malvadão, chamado Henritante, cruzou seu caminho. Cheio arrogância e nariz em pé, ele desafiou Tati para um debate. Um debate incrível, em que filtros em chaminés não foram o suficiente para conter os argumentos de Henritante. Tati começou a ficar tão furiosa, que lágrimas congeladas começaram a cair de seus olhinhos azuis. Foi a gota de gelo que fez o copo trasbordar. Tati começou a fazer um discurso sobre a ganância do homem e sobre como a sustentabilidade não anda em prática, que todos em sua volta aplaudiram. Henritante ficou tão sem graça, que derreteu de vergonha. E Tatipolarana, mais uma vez, derrotou um dono de fábrica ganancioso. O próximo passo de Tatipolarana será gravar um documentário sobre ursos polares. A luta de um heroi pela natureza nunca acaba. É reciclada a cada dia!

domingo, 3 de maio de 2009

Em vez de proibir, vamos plantar

Vivemos um mundo globalizado. Tudo acontece muito rápido e a cada dia, quebramos novas fronteiras. Porém, mesmo vivendo no capitalismo, cheio de liberalismo, temos certos limites. Na nossa democracia, temos o direito de opinar muitas vezes, outras não. Escolhemos os legisladores, que fazem as nossas leis. Nem sempre eles nos agradam. Um exemplo é o toque de recolher, adotado em algumas cidades de São Paulo. Jovens menores de idade agora têm horário para chegar em casa. E segundo autoridades, o número de crimes envolvendo adolescentes caiu 60%. Para os pais em grande parte é um segurança. Para os jovens, é motivo de revolta. Em parte eu concordo com os jovens, pois se temos direito de sermos livres, o velho direito de ir e vir, por que ter horário para chegar em casa? Em parte, concordo com os pais, pois não saber onde seu filho está até altas horas da madrugada deve ser uma agonia enorme. Essa atitude é meio drástica, do jeito que anda, daqui a pouco existirão leis para tudo. Existem outros meios de reduzir crimes entre jovens. Sem querer ser otimista, nunca é demais lembrar: conversa, apoio dos pais e uma boa ocupação (seja estudando ou trabalhando) põe a cabeça no lugar. Quanto mais ideais forem moldados na cabeça de um jovem, mais brilhante ele será. Pode ter certeza que os que têm algo na cabeça, podem ficar na rua todas às noites até de madrugada, que não vão se envolver em nenhuma atividade criminosa. Afinal, é muito melhor criar um pensamento do que proibir, plantar uma semente, do que cortar uma árvore!

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Ah, se eu pudesse voltar ao passado..

Eu faria tantas coisas, e iria a tantos lugares e épocas. Passando pelas civilizações antigas, como os Maias, Incas, Astecas; conhecendo também o segredo da democracia grega e a bravura do exército romano. Não deixaria de passar por um jantar no palácio de Luis XVI, o rei Sol e abusar do luxo oferecido. Depois claro, gostaria de conhecer as ideias de Napoleão e sua sede de poder. Passaria pelo renascimento e conheceria os intelectuais que tanto revolucionaram, como Da Vinci. Depois voaria para o Brasil para conhecer um pouco dos personagens do cangaço brasileiro, com muita cautela para não acabar virando vítima de Lampião. Nessa viagem toda, eu não poderia deixar de passar em Portugal lá pelos mil oitocentos e lá vai bolinha, e conhecer Fernando Pessoa, para saber um pouco de sua saudade e suas poesias. Depois eu iria até Cecília Meireles, para olhar nos olhos dela e entender o porque do tamanho pessimismo, das borboletas e das estrelas, que também tanto me encantam. Terminaria minha série de visitas, nos anos oitenta conversando com Paulo Leninski, o último poeta dos meus três preferidos. Voltaria para 2008, e pararia para sempre no dia 22 de Maio. O dia em que meu namoro começou sob a lua. E ficaria por lá, por tempo indeterminado.

sábado, 4 de abril de 2009

Jogando Conversa

Às vezes escutamos nossos pais falando que antigamente tudo era bem diferente. Eles brincavam nas ruas, não tinha violência e muito menos apologia a ela. Hoje os tempos mudaram. Violência é rotina, e a minha geração (tenho 18 anos) já não brincou com tanta liberdade na rua igual aos meus, nossos pais. As coisas mudam muito rápido e atualmente alguns princípios são colocados a prova. Atitudes violentas entre jovens e entre jovens e mais velhos aparecem sempre na mídia. Desentendimentos que causam brigas, ofensas e criam preconceitos são frequentes. Acho que o fato de o mundo estar mais violento influencia em tudo, inclusive na nossa mente e comportamento. Muitas crianças e jovens convivem com certas atitudes violentas em casa ou veem na tv, e as vezes até indiretamente absorvem isso. Professores por sua vez não tem obrigação de educar e sim de passar conhecimento. A educação primordial vem de casa junto com o caráter psicológico de cada um. E acho que é ai que está a falha. Não está nos professores, nem nos alunos. Está na falta de dialogo em casa sobre o que é certo e o que é errado. A educação que os pais passam para seus filhos é essencial no crescimento saudável e no potencial de convivência das crianças e dos jovens. Está faltando reunir a família e jogar limpo uma conversa no meio da mesa!

sábado, 21 de março de 2009

Barbie fala dos 50 anos, da separação e ainda afirma: sou muito mais do que uma boneca de plástico!

Fui atrás da boneca mais famosa do mundo em Miami, onde ela estava curtindo uns dias de descanso e me concedeu essa entrevista. Como sempre, simpática, nos recebeu com um sorriso de orelha à orelha..

Nanda: Está aproveitando bastante a pausa na rotina?

Barbie: Ah, pausa não, eu nunca paro (risos), estou só curtindo uns dias de descanso. Terminei agora meu novo filme que será lançado em setembro desse ano, “Barbie e as Três Mosqueteiras”!

N: Como foram as comemorações de 50 anos? Afinal, são 50 anos de muito glamour!

B: Ah, foram ótimas! Recebi homenagens lindíssimas em desfiles pelo mundo a fora! Parece que foi ontem que eu desfilei pela primeira vez com aquele maiô branco e preto, o tempo passa muito rápido. Porém, melhor do que estou, impossível. Ter 50 é demais!

N: Nessa época de crise e mudanças políticas, a Barbie já parou para filosofar no contexto que o mundo vive e o contexto em que ela vive?

B: Não sou alienada como pensam. A prova disso é que em dias de crise passei a cuidar melhor do meu patrimônio e a diminuir meu consumismo, sem perder o glamour, lógico. Acredito em mudanças. Filosofo sempre sobre o mundo em que vivemos, sou muito mais que uma boneca de plástico! – disse sorrindo.

N: Você não perde o senso de humor, é assim todos os dias?

B: Sempre. Acho que viver sorrindo é o segredo da minha juventude.

N: E o Ken, você tem falado com ele desde a separação?

B: Acabou o amor, não a afeição. Não dá pra parar de falar com alguém que você conviveu durante anos. Foi o amor da minha vida, o respeito muito.

N: E se aparecer alguém novo na sua vida?

B: Ih, querida! Tenho 50 anos e ainda tenho muito pra viver. O que pintar eu assino. Ken iria ficar feliz por mim.

N: Gostaria de deixar algum recado para seus fãs Brasileiros e leitores da Capricho?

B: Aguardem que em breve estarei mais perto de vocês através do meu novo filme! Espero em breve poder conhecer o Brasil!

Terminamos a conversa, e o sorriso não sumiu um minuto de seu rosto. Barbie disse que nos próximos dias estaria em NY divulgando sua nova coleção. Pelo visto ela tem 50, mas não pára mesmo!

Barbie desfilando o famoso maiô nas passarelas de NY em 9 de março de 1959