domingo, 3 de maio de 2009

Em vez de proibir, vamos plantar

Vivemos um mundo globalizado. Tudo acontece muito rápido e a cada dia, quebramos novas fronteiras. Porém, mesmo vivendo no capitalismo, cheio de liberalismo, temos certos limites. Na nossa democracia, temos o direito de opinar muitas vezes, outras não. Escolhemos os legisladores, que fazem as nossas leis. Nem sempre eles nos agradam. Um exemplo é o toque de recolher, adotado em algumas cidades de São Paulo. Jovens menores de idade agora têm horário para chegar em casa. E segundo autoridades, o número de crimes envolvendo adolescentes caiu 60%. Para os pais em grande parte é um segurança. Para os jovens, é motivo de revolta. Em parte eu concordo com os jovens, pois se temos direito de sermos livres, o velho direito de ir e vir, por que ter horário para chegar em casa? Em parte, concordo com os pais, pois não saber onde seu filho está até altas horas da madrugada deve ser uma agonia enorme. Essa atitude é meio drástica, do jeito que anda, daqui a pouco existirão leis para tudo. Existem outros meios de reduzir crimes entre jovens. Sem querer ser otimista, nunca é demais lembrar: conversa, apoio dos pais e uma boa ocupação (seja estudando ou trabalhando) põe a cabeça no lugar. Quanto mais ideais forem moldados na cabeça de um jovem, mais brilhante ele será. Pode ter certeza que os que têm algo na cabeça, podem ficar na rua todas às noites até de madrugada, que não vão se envolver em nenhuma atividade criminosa. Afinal, é muito melhor criar um pensamento do que proibir, plantar uma semente, do que cortar uma árvore!

2 comentários:

tata disse...

uuuuuhhh!
pautas pra revista tem os assuntos menos legais e mais atuais. =X
mas, a ferzinha consegue fazer metáforas inteligentes, não importa a chatice do tema. ^^

Patrícia disse...

"Quanto mais ideais forem moldados na cabeça de um jovem, mais brilhante ele será".

Continuo a acreditar que a educação é a solução para tudo, tudo. E só o que se vê é que não há muitas políticas públicas voltadas ao jovem (educação e trabalho). O mesmo Estado que não protege é o que reprime. Deprimente.