terça-feira, 15 de setembro de 2009
Queime antes de usar
domingo, 13 de setembro de 2009
Só falta crescer
Minha infância não terminou no dia em que eu parei de brincar de barbie. Porque eu me sinto um pouco criança até hoje. Ainda moro com meus pais e me sinto dependente deles para várias coisas. Eu cresci, eu tenho dezoito anos, mas não me sinto como adulta. Minhas responsabilidades se resumem em estudar e pagar a conta do celular todo dia dez (e olha que nem isso eu consigo fazer direito). Acho que se infância é brincar, a minha terminou quando eu tinha onze anos, caso contrário, eu sou criança até hoje. Na minha cabecinha, crescer deve doer demais. Prefiro me considerar uma menina meio adolescente, meio criança. Nem um, nem outro. Mas não totalmente madura. Acho que ainda falta muio para eu crescer. Falta eu descobrir o mundo, falta eu saber o que eu quero da minha vida. Eu me sinto tão imatura para escolher minha própria profissão, como posso dizer que eu cresci? E sabe de uma coisa? Eu amo não crescer. E tive sorte de não precisar crescer cedo. Minha cabeça AINDA é livre de responsabilidades. Sei que isso vai acabar um dia. Mas por enquanto é bom, pois eu ainda tenho tempo para me preocupar com somente uma coisa: meus sonhos!
Das telas para a minha vida.
Tomar bronca, namorar a distância, pagar mico e cair na rua. De dias tristes a felizes. Minha vida com certeza daria um filme. E o pior de tudo é que eu até imagino a trilha sonora. De início eu já morei numas seis casas diferentes na mesma cidade, meu pai mudava quase que de dois em dois anos. E nessas várias casas, já fiquei sozinha muitas vezes imaginando que algo poderia acontecer. Imaginando se eu conseguiria fazer igual ao filme "Esqueceram de mim", armadilhas para pegar ladrões. Quando criança eu imagina minha vida como uma brincadeira, e cresci vendo aqueles filmes em que a menina sempre era não correspondida pelo "garoto" dos sonhos. No fim sempre dava certo nos filmes, mas se minha vida era quase um filme, por que pra mim também não dava certo? Demorou mas aconteceu. Encontrei um cara que me ama e sim, sou muito feliz. Aconteceu como um filme. E (quase) como um conto de fadas nós estamos até hoje. Minha vida continua numa intensa sequência de filmagens, só falta à realização profissional. Mas isso ai já é roteiro para outro filme...
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Minha estima, minha baixa auto-estima
Ando elaborando teses sobre a minha auto-estima. Acho que a minha é influenciada pela gravidade. Vive lá embaixo. E qualquer coisa contribui para isso. Duvidas a respeito do que eu quero fazer e ser na minha vida ou até mesmo um simples espelho naquele dia em que acordamos de cabeça para baixo: com olheiras, espinhas ou com o maior vilão de todos rebelde: o cabelo. Dá pra perceber que minha auto-estima trabalha em vários campos: da minha aparência ao meu psicológico. Sou daquelas que acham que não sabem nada, que não tem nenhuma habilidade e que se sentem horríveis e gordas de vez
domingo, 30 de agosto de 2009
De amigo a namorado
quarta-feira, 26 de agosto de 2009
It's hard to get up when you're spinning round and round.
domingo, 16 de agosto de 2009
Ainda espero resposta...
sábado, 8 de agosto de 2009
Meu nome é Fernanda, tenho 18 anos e tenho que confessar: eu sofro por antecipação.
Já viu pessimismo? Não? Então prazer, eu sou a versão em carne e osso dele. Sou da filosofia de que é melhor estar preparada pra tudo do que sofrer depois. Ou seja, eu sofro por antecipação esperando o pior. Se vier o melhor, ótimo. Se vier o pior, ótimo também, afinal eu já esperava. Tem gente que acha que isso é problema. Eu já acho que é a solução. Odeio me decepcionar, e convenhamos, é bem mais difícil se decepcionar assim. Sem contar que às vezes eu fico tão ansiosa por algumas coisas que no final não dão em nada ou não são o que eu esperava. Sofrer por antecipação não é tão ruim. O máximo que acontece são alguns cabelos brancos precoces e insônia causa do vestibular, ou alguns quilos a mais por doces depois de uma briga com o namorado... Nada demais. É só aquela ansiedade básica. Mas vai, não é tão ruim. Melhor sofrer antes do que depois. Ouça o que eu digo ou depois não venha dizer que eu não avisei. Em tempos de tantos livros de auto ajuda irritantes sendo vendidos por ai, nada melhor do que uma receita caseira para vida. Antes sofrer por antecipação do que ler "o segredo"!
sexta-feira, 17 de julho de 2009
Da sociedade que eu não entendo...
Os problemas dos adultos começam do dia em que eles esquecem que um dia já foram crianças. É nesse dia que eles passam a pensar somente neles e esquecem de cuidar de quem um dia será adulto. Se a infância fosse mais valorizada, talvez os adultos não tivessem problemas. Parar e olhar o mundo com os olhos otimistas de uma criança podem fazer diferença em tempos de tanto pessimismo. O que será do mundo? Não sei. Quem sabe? O tempo passa, o mundo muda, a sociedade envelhece e a pergunta continua por ai: o que será de nós? Aqueles que esquecem que foram crianças e não enxergam que um dia serão idosos. Precisamos de participação para construir mudanças através de um processo. Tomara que daqui 50 anos o dilema seja outro. Espero que todos estejam se perguntando o que fazer com o excesso de bom senso da humanidade, e não o que fazer em tempos de escassez de matéria prima. Seja ela água ou bom senso, dinheiro ou caridade...
domingo, 12 de julho de 2009
"entre o chão e os ares, vou..."
dias azuis são tão cheios de vida que me dão uma vontade imensa de viver de um jeito que eu não costumo. Sabe aquela vontade de viver intensamente, esquecer tudo e simplesmente voar? Pois é, eu sinto uma leveza tão grande em dias azuis que tenho vontade de voar. Vontade de voar para muito longe e de sentir liberdade... Voar bem alto, olhar para baixo e ver como somos pequenos diante desse mundo. Sentir o vento gelado no rosto e do nada, aquela vontade enorme de sorrir. Com o entardecer, olhar o sol indo embora, o azul celeste virando marinho e perceber que o mais importante nessa vida é simplesmente viver.