quarta-feira, 1 de abril de 2009

Navegando com Jack

Assumo que eu sempre gostei mais dos vilões do que dos heróis. Seja de novela, filme, seriado... vai dizer, os homens e as mulheres que são vilões são muito mais charmosos. Meus princípios e minhas condutas são moldados de acordo com o que penso, nunca tive necessidade de ter um herói pra me guiar, inspirar... Mas um ante-herói preferido eu tenho. Não é vilão, mas também não é herói. Um homem que só quer aproveitar a vida, beber rum, como um tradicional pirata faz. Apresento-lhes, Jack Sparrow, ou melhor, Capitão Jack Sparrow. Roubando, matando, querendo se dar bem, e no fim só se dando mal, quem nunca riu com ele? Podemos até chama-lo de herói, do mesmo jeito que ele só faz merda, no final ele ajuda todo mundo (nem sempre com boas intenções). Apesar disso, acho que ele cria um pouco de afeição pelo Will na trilogia de “Piratas do Caribe” e mostra que ele tem sim (um pouco de) coração. Johnny Depp está incrível nos três filmes. Acho seu humor espontâneo, um cara com muitas antíteses, que no final acaba sendo uma mistura de herói, vilão, interesseiro e mocinho. É tudo uma questão de imaginação. Quando imaginamos, tudo fica do jeito que queremos. Não tenho um herói de verdade porque eu acho que eles não passam de lendas, você pode criar o seu do jeito que imaginar. Qualquer um pode fazer a diferença e salvar vidas... Jack ajuda, não ajuda? Salva, não salva? Então, ele faz isso tudo do seu jeito, e por isso do meu jeito, no fim, considero ele como meu herói!

quinta-feira, 26 de março de 2009

Tenho Problemas Mensais

Tudo começa uma semana antes, aquele dia em que você acorda indisposta, com cólicas muito fortes, achando tudo uma porcaria e querendo fazer filosofias de botequim sobre a vida: isso chama TPM. Os sintomas podem mudar de mulher pra mulher, mas no fim tudo é estresse e tensão. Já sou estressada e choro fácil, não precisava ter uma TPM tão forte. A minha é ótima, meu Namorado que o diga. É nessa época que a gente mais briga e que eu mais choro, e vice-versa. Eu fico procurando defeito em tudo a minha volta. Fico muito carente, e desconto tudo isso no pobre coitado. Com certeza eu posso dizer que ele é um vencedor, me atura MESMO. Ele já sabe até mais ou menos a data em que ela vem para se preparar. Não me contrariar quando estou na TPM é uma ótima forma de evitar conflitos maiores. Estoque de chocolate no armário, muita atenção e paciência comigo também são essenciais para driblar esse pequeno (grande) problema mensal. Já que é difícil acabar com ele, a saída é tentar saber lidar com isso e desejar boa sorte para todos os homens que tem que conviver com mulheres tepeêmicas! (boa sorte, amor haha)

sábado, 21 de março de 2009

Barbie fala dos 50 anos, da separação e ainda afirma: sou muito mais do que uma boneca de plástico!

Fui atrás da boneca mais famosa do mundo em Miami, onde ela estava curtindo uns dias de descanso e me concedeu essa entrevista. Como sempre, simpática, nos recebeu com um sorriso de orelha à orelha..

Nanda: Está aproveitando bastante a pausa na rotina?

Barbie: Ah, pausa não, eu nunca paro (risos), estou só curtindo uns dias de descanso. Terminei agora meu novo filme que será lançado em setembro desse ano, “Barbie e as Três Mosqueteiras”!

N: Como foram as comemorações de 50 anos? Afinal, são 50 anos de muito glamour!

B: Ah, foram ótimas! Recebi homenagens lindíssimas em desfiles pelo mundo a fora! Parece que foi ontem que eu desfilei pela primeira vez com aquele maiô branco e preto, o tempo passa muito rápido. Porém, melhor do que estou, impossível. Ter 50 é demais!

N: Nessa época de crise e mudanças políticas, a Barbie já parou para filosofar no contexto que o mundo vive e o contexto em que ela vive?

B: Não sou alienada como pensam. A prova disso é que em dias de crise passei a cuidar melhor do meu patrimônio e a diminuir meu consumismo, sem perder o glamour, lógico. Acredito em mudanças. Filosofo sempre sobre o mundo em que vivemos, sou muito mais que uma boneca de plástico! – disse sorrindo.

N: Você não perde o senso de humor, é assim todos os dias?

B: Sempre. Acho que viver sorrindo é o segredo da minha juventude.

N: E o Ken, você tem falado com ele desde a separação?

B: Acabou o amor, não a afeição. Não dá pra parar de falar com alguém que você conviveu durante anos. Foi o amor da minha vida, o respeito muito.

N: E se aparecer alguém novo na sua vida?

B: Ih, querida! Tenho 50 anos e ainda tenho muito pra viver. O que pintar eu assino. Ken iria ficar feliz por mim.

N: Gostaria de deixar algum recado para seus fãs Brasileiros e leitores da Capricho?

B: Aguardem que em breve estarei mais perto de vocês através do meu novo filme! Espero em breve poder conhecer o Brasil!

Terminamos a conversa, e o sorriso não sumiu um minuto de seu rosto. Barbie disse que nos próximos dias estaria em NY divulgando sua nova coleção. Pelo visto ela tem 50, mas não pára mesmo!

Barbie desfilando o famoso maiô nas passarelas de NY em 9 de março de 1959

terça-feira, 17 de março de 2009

singular :)

Defendo a tese de que nascemos iguais (pelados e inocentes) e ao mesmo tempo diferentes. Então vestimos roupas, pensamentos, idéias e finalmente começamos a moldar nossa personalidade. Sempre sujeitos a influencias, afinal nada se cria, tudo se copia, reclicla, remonta, renova.. (mundo contemporâneo e renovável está ai ;). Então nossa personalidade vai buscando um lugar em que ela se encaixe. Um grupo, um estilo... Buscamos apenas estar confortáveis. Cada um com suas preferências, talentos, habilidades... Afinal, bem ou mal somos diferentes, por mais que tentamos sempre mudar algo em nós mesmos (jeito, atitudes, ideais, cabelo, roupas...). Existe um pequeno detalhe em cada um de nós chamado singularidade. Cada um tem a sua (ok, se você ainda não achou a sua, junte-se ao club dos que acreditam ter uma singularidade porém ainda não revelada, hahaha bem vindo ao club!). E por causa dela, nunca conseguimos ficar totalmente iguais. É sim difícil conviver com as diferenças, mas ao mesmo tempo as acho totalmente interessantes. Para uma observadora qualquer diferença basta. Menos “ctrl c + ctrl v” é o que precisamos em nossas vidas. Mais espontaneidade, criatividade e imaginação. Criar nossas próprias expectativas e sonhar nossos próprios sonhos. Conviver com as diferenças e aprimorar nossas singularidades. Assim cada um pode viver a própria vida sem precisar de mudanças extras e preocupações a mais (:

quinta-feira, 12 de março de 2009

"cuz i'm being taken over by THE FEAR"

Medo? Quem não sente medo? Medo do escuro, medo de altura, medo de barata, medo do desconhecido, medo de monstros, medo de vestibular... Eu sofro desse mal, e não sei como me livrar disso. É difícil pensar positivo no meu caso, sou totalmente pessimista. Medo é mais difícil de controlar do que eu imaginava. É dificil controlar ciúmes, certo? Medo de perder está envolvido nisso. Então podemos associar um sentimento chato que é o ciúmes com o medo, e ter noção de que sentir medo não é nada agradável. O que eu sinto não é só um medo do tipo ‘dormir sozinha’. É medo de me dedicar a algo que no final pode não dar resultado. Medo de me jogar e no final não ter uma cama elástica pra pular (bela comparação, mas é mais ou menos por ai o que eu sinto...). Medo é abstrato, mas uma coisa eu posso afirmar: quem nunca sentiu medo que atire a primeira pedra. Aaah, medo é normal, todo mundo sente, todo mundo tem. Já ouvi de uma senhora num filme: “como você pode sentir coragem, senão sentir medo primeiro?”, boa pergunta, né? Então, estou esperando e rezando para meu medo se transformar em coragem. Vestibular não passa de uma prova, certo? Nada demais, pra que medo! Haha... Só ironizando mesmo! Veeeem coragem (to iniciando a fase de pensamentos positivos).

 

ô uô... listen to the music: the fear - lily allen

:**

terça-feira, 10 de março de 2009

"Recriar cada momento belo, já vivido... ir mais, atravessar fronteiras do amanhecer e ao entardecer, olhar com calma então..."

Descansar muito, relaxar o tempo todo, dormir bem, acordar melhor ainda, comer chocolate, sair pra dançar, namorar, cuidar de mim, ler o que eu quero, estudar o que eu gosto, ver filmes repetidos, ingerir gorduras (em excesso), ouvir muita música boa, cantar alto, olhar estrelas, analisar trilhas de formigas, ser criança nas horas vagas, amar mais, brigar menos, sentir frio, embrulhar num cobertor, aproveitar mais o que ganho, dar mais valor ao que perco, sonhar mais, cruzar menos os braços, parar de assistir oportunidades correndo de mim, tomar mais banhos de água fria, olhar mais a realidade, analisar mais o dia-a-dia, comentar mais sobre o que acontece ao meu redor, fazer mais amizades, preservar mais meus amigos, amar mais meu namorado, colocar minha família sempre em primeiro lugar, equilibrar otimismo e pessimismo na minha vida e por ai vai... o negócio todo é ter disposição e equilíbrio, porque de resto, a vida está ai para ser aproveitada como manda o figurino! Tristezas de menos, alegrias a mais, uma pitada de bom humor e um caminhão de fantasias coloridas e doces cheios de açucares! Ando viciada no clichê, viva a vida! E quem não anda? Ah, quem não anda viciado nesse velho clichê, não sabe o que tá perdendo! :)

segunda-feira, 9 de março de 2009

Pique- esconde, esconde-esconde, escondidinho... huuuuuuum

Ah, quem nunca se escondeu no jardim quando criança com aquele amiguinho? Ou começou a ficar com aquele cara e escondeu de todo mundo? Ou então começou a ficar com um garoto qualquer e preferiu esconder? Quem nunca teve uma amizade discreta? Um amor proibido? Ou um caso camuflado? Pois é, eu nunca tive! Deve ser emocionante. Duvido que a Madonna não se divirta com um "mistério" em relação a sua vida particular. No caso dela pode ser mídia (ou não), mas não deixa de ser um excitante esconde-esconde. Esconder por medo, fingir por vergonha, não assumir por insegurança, um relacionamento envolve muita coisa. Celebridades querem preservar a imagem. Mulheres normais às vezes só querem garantir que o relacionamento vá pra frente antes de cantar a vitória. Estou longe de ser uma psicóloga de relacionamentos, e no meu caso nunca brinquei dessa modalidade de pique-esconde, mas sei que tudo tem seu tempo e esconder pode ajudar em alguns casos. Vai saber... Cada um com seu tipo de "brincadeira"! Já ouvi que escondido é melhor, no meu caso, meu namoro anunciado vai muito bem, obrigada! Acho que no final das contas, o que importa é encontrar a felicidade (por mais que ela te faça brincar de pique-esconde). Felicidade encontrada, amor anunciado (ainda que escondido), fica tudo claro dentro de você!

quarta-feira, 4 de março de 2009

Astronauta

                                                

Criatividade é igual ao mar, vai e vem.

Já a auto estima é igual à maré, sobe e desce.

E eu? Eu sou igual à Lua, modifico o mar quando estou inspirada.

Ora terrível, ora belo.. E modifico a mim mesma quando a maré está boa!

Assim sou capaz até de apreciar o Sol, mesmo fugindo dele todas as noites.

Eu não vivo sem sua luz.

Que no final das contas

é quem me inspira, e durante algum tempo, me faz brilhar...

 

É verdade, eu amo a Lua. Noite de Lua pra mim é sorte.

Uma menina da Lua, que muitas vezes é de Lua.

Impossível eu não ser eu...

Sou eu nos detalhes mais simples e até nas palavras que eu nunca disse.

Eu sou eu quando falo, ou quando tomo atitudes.

Eu sou assim, encantada por bobeiras e iludida por sonhos..

Mas vai dizer, que garota nunca sonhou alto?

É por isso que eu gosto da Lua, porque meus sonhos são tão altos que chegam até ela.

 

ps.: foto do sol nascendo em Trindade, semana passada! Tava bom demais :)

 

 ô uô... listen to the music: can’t stand me now – the libertines

 

 

Obrigada mais umas vez pela atenção! ;*

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Ah, a loucura...

            Eu sou louca.. Já ouvir dizer que todos têm seu grão de loucura. Eu tenho um pacote inteiro de loucura dentro de mim. Perdoe se minhas palavras irritam, mas elas são parte da minha loucura. Meu jeito de pensar é estranho, mas a minha loucura não passa de imaginação extremamente fértil. Ah, porque loucura é algo que podemos dividir em várias categorias. De doença à felicidade, de tristeza à solidão. Ser louco muitas vezes é ter opinião contrária, é lutar por uma causa que ninguém defende, é colocar a mão no fogo pela pessoa mais traiçoeira do mundo. Na brincadeira mais idiota, é aceitar doce de estranho na ingenuidade. Loucura pode ser a aceitação de algo imposto sem nenhuma argumentação. Loucura é ver uma injustiça e fechar os olhos, ou então fechar os olhos e fazer uma injustiça... Tudo depende do ponto de vista. Loucura é uma mulher se mutilar e dizer que foi mutilada. Loucura é mutilarem uma mulher e dizerem que ela foi mutilada. Loucura é não olhar por todos os pontos de vista. Loucura pode ser louca ou pode ser normal. Pode ser um assédio ou apenas um lapso. Pode ser uma palavra ou uma agressão. Um ataque ou uma fofoca. Uma mulher ou um homem. Não tem definição. Têm loucos no hospício, na política, têm loucos que falam mal de política, têm loucos nas ruas, nas casas, têm loucos que fazem blog e falam de loucura, tem loucos que não tem orkut, e tem loucos que têm orkut, tem loucos que odeiam futebol e são brasileiros, tantos loucos por ai, que a verdade é que loucura não tem lugar definido... A loucura se resume a opinião diferente da nossa.. Aposto que a louca da sua vizinha adora dançar um funk até o chão e você que se diz normal ouve ópera no último volume.

            A loucura não existe, ela é apenas uma desculpa que encontramos para justificar a existência de tantas idéias diferentes que muitas vezes não nos agradam. É um modo de parecermos normais perante aos outros. Mas isso de nada adianta, porque no fim todo mundo é louco.

           

   ô uô... listen to the music: speed of sound – coldplay

 

valeu ae ;*

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Que se foda :)

            O tempo passa rápido. As coisas são descartáveis. Sabia que pessoas são descartáveis? Pois é, eu também não sabia. Mas sim, elas são descartáveis. Sentimentos são descartáveis. A maioria descarta quem não gosta mais, esquece, ou por motivos sem explicação, apagam quem não querem mais de suas vidas.

            Sou da geração politicamente ecológica. Reciclo tudo. Se não gostam de mim e eu gosto de alguém. Pego o que sinto, reciclo e transformo em amor por outra pessoa. Transformo em amor por quem me ama e por quem eu confio.

            Porque de nada adianta amar alguém e confiar em alguém, quando esse alguém não sente o mesmo e às vezes ignora você.

            Não é trágico, é humano! Humanos são assim. Um dia amam, outro não. Um dia estão rindo, outro chorando. Quem eu penso que sou pra julgar? Sou só mais uma humana no meio da multidão. Acho que ganhei a capacidade de confiar demais, para poder ganhar desconfiança dos outros e equilibrar o ciclo dos erros humanos. Vai entender...

            O que eu sei é que não penso ser ninguém para julgar. Aprendi com meus erros a não julgar mais ninguém. Assumo, como uma humana qualquer já julguei muita gente. Mas agora, como uma humana mais humana aprendi que cada um tem o seu tempo e os seus problemas. Não julgo, eu apenas tento entender o lado de cada um. Afinal, amanhã eu posso encarar o problema que alguém encara hoje. No final das contas, só passando por certas coisas para poder julgar e avaliar.

            Não sou ninguém pra dizer o que é certo ou o que é errado. Eu tenho meus problemas, eu tenho minhas dúvidas, minhas convicções, meus princípios, meus erros e meus acertos.

            Aprendi a não perder mais tempo tentando descobrir quem está certo. Aprendi a olhar por todos os pontos de vista possíveis. Aprendi a tentar compreender mais o próximo.

            Eu sei que não é grande coisa. Mas pra mim é um grande passo. E eu sei que isso me deixa a frente de muita gente que eu conheço. O fato é que criticar e ignorar é bem mais fácil do que encarar a realidade. Todos sabem disso, mas ninguém tenta encarar esses fatos de frente. E sabe por quê? Porque machuca saber que você pode estar errado ou errando.

            No fundo nós humanos só queremos estar certos e acertar. Uma pena, porque quando assumimos um erro, ganhamos muito mais. Quando deixamos um erro passar ou insistimos em estar certos, podemos perder muitas coisas. Podemos perder confianças, amizades, amores, paz... Podemos perder tudo aquilo que sempre achamos que estamos ganhando quando estamos certos.

            Pena que ninguém percebe isso. Pena que sempre cada um tira o seu da reta e nunca assume que errou. Como eu tenho uma predisposição ao azar, eu sempre sou mal compreendida e sempre rodo. Mas tudo bem, já descobri que quem me ama e me conhece de verdade é quem tem o poder de me compreender de verdade.

            O difícil é saber quem te ama e te conhece de verdade. A sorte é que com o tempo as máscaras caem. Mas lembre-se sempre, por mais que elas caiam, nunca julgue quem não gosta de você. Pois se você fizer isso, você estará se igualando a eles. O que me faz ficar a cima de muita gente é o fato de que eu não odeio quem me critica. Eu apenas deixo de confiar. Eu tenho pena.

            No final das contas, não adianta em nada reclamar. Acontece é que o mundo gira, os dias passam, e muita coisa muda. São fases. Todos temos fases. A Lua tem fases. E ela é bonita, certo?

            Sabe qual é? Eu juro que eu tento ser o mais verdadeira possível. E é isso de verdade o que eu penso. Na verdade eu não quero que se foda, eu só quero ser compreendida nesse mundo. Eu só quero que as pessoas entendam mais o próximo. E isso não é clichê. Não estou falando de boa ação e sim de convivência e confiança, seja lá o que for..

 

 

Ô uô... listen to the music: what became of the likely lads – the libertines      

 

Obrigada pela atenção,

Um beijo ;*