terça-feira, 10 de junho de 2008

compreender é esquecer de amar... ou sera que é se fazer de burro? :x

Fernando Pessoa diz que compreender é esquecer de amar. Então não devemos compreender? Devemos sempre ficar em dúvida, e nunca aceitar alguma situação imposta em nossas vidas? Ou será que ele só quer dizer que nunca devemos nos acomodar? Vamos refletir.

Se você vê alguém triste, e pergunta o que aconteceu, e esse alguém diz: “estou bem!”, porém no fundo você sabe que não é verdade, mas concorda e não insiste em saber o que está acontecendo, você estaria simplesmente deixando algo passar. Será que você estaria compreendendo o que está acontecendo? Mas como você compreenderia algo sem saber o que está acontecendo? Porque se esse alguém não fala a verdade, então não tem como você compreender. Acho que não é num caso desse que Fernando Pessoa aplicaria essa teoria dele, é estranho isso.

Às vezes Fernando Pessoa só queria dizer que devemos dar atenção pra quem a gente ama. Faz mais sentido.

Se sempre compreendemos tudo, sem questionar, deixamos de aproveitar ao fundo o que quem está a nossa volta pode nos oferecer. É como aquelas pessoas que sempre dizem que está tudo bom (até que meu exemplo mal sucedido serviu pra algo). “Compreender é esquecer de amar”, porque também temos que nos impor, acho que Fernando Pessoa não fala somente do amor ao próximo e também ao amor próprio. Afinal, temos que nos valorizar e encontrar nosso verdadeiro lugar no mundo, porque é muito mais fácil amar ao próximo quando já somos felizes e amados (por nós mesmos).

Nunca saberemos o que os outros estão pensando sobre nós. Isso será sempre um mistério. Às vezes saber pode doer. Mas às vezes não saber, pode provocar uma certa conformação, uma falsa felicidade e as vezes até algum tempo perdido com alguém que não te mereça. Questionando e conversando, jogando limpo, sempre fica mais fácil. Não que você vá saber os pensamentos alheios com isso, mas você pode muito bem conseguir se relacionar melhor e ser mais auto-confiante.

Ah, não questionar, pode causar o que o professor Luciano chama de crise. E ela vai sempre surgir quando você ficar questionando pra si mesmo algo. Pensando e pensando sem ter como saber a resposta. Fingindo que está tudo bem e esquecendo de amar a si mesmo. Não é a toa que a maioria dos grandes escritores escreviam sobre dor de cotovelo ou assuntos pesados e até tristes.

È engraçado como eu tenho o dom de falar e falar nesse blog e nunca chegar a uma conclusão.

Resumindo: AME e seja feliz!

Compreendendo ou não, se você está de bem consigo mesmo, já basta!

volte sempre :)

ô uô... listen to the music: love soon – john mayer

''you can cross the line whenever you want to... i'm calling it loooooooove soon'' *-*

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Pensando Alto =]

Hoje fui cutucada pelo professor de redação. Cutucada a fazer algo que eu não andava fazendo. Pensar.
Ele comentou sobre o texto que colocou na nossa prova, um texto de Rubem Alves, “Saúde Mental” (o texto nesse link: http://www.velhosamigos.com.br/Colaboradores/Diversos/rubemalves2.html ) ...
Resumindo o que Rubem diz e o que o professor Luciano nos disse: quem não pensa vive feliz, quem pensa, descobre que nem tudo é perfeito.
O que chega a ser engraçado, mas tem muito tempo que não penso de verdade, e sem querer me gabar, sou uma pensadora nata. Sempre achei que fosse entrar em parufuso de tanto pensar. Acho que quase entrei em depressão ano passado devido a tantos pensamentos. E por coincidência, ando numa fase muito tranqüila da minha vida, e não tenho pensado muito, nem nas conseqüências que eu tanto pensava. Eu simplesmente ando vivendo.
Hoje eu tive uma crise de filósofa e fiquei tentando entender por que os pensamentos andam fugindo de mim. E cheguei à conclusão mais simples: é porque eu ando feliz demais =)
Porém, lembrei de fatos que me fazem pensar. Ahaaa... meus estudos não andam muito bem e fiquei de recuperação pela primeira vez na minha vida. Tenho medo de encarar uma faculdade de Jornalismo, será que é isso mesmo que eu quero?
Ontem fui à entrega do prêmio de cidadão emérito e por coincidência sentei perto de dois jornalistas da região. Um deles era uma mulher, conhecida de minha mãe. E vocês sabem como é mãe, bastou ver a mulher para puxar assunto: “Minha filha também quer ser Jornalista!”. E a mulher ficou toda empolgada olhando pra mim, ela disse que a vida de Jornalista não é fácil, mas se gostar muito vale a pena! Será que o crime compensaria nesse caso? 
Tenho medo do depois da faculdade. Porque eu não quero ser qualquer jornalista. E tenho nojo de jornalistas que baixam o nível.



obrigada por acompanharem meus pensamentos :]
vou ficar por aqui, hoje.. mas ainda não parei de pensar!
ô uô... listen to the music: maybe tomorrow - stereophonics
beijo ;* e boa noite!

sábado, 17 de maio de 2008

*____*

RAZÃO DE SER

Escrevo. E pronto.

Escrevo porque preciso,

preciso porque estou tonto.

Ninguém tem nada com isso.

Escrevo porque amanhece,

E as estrelas lá no céu

Lembram letras no papel,

Quando o poema me anoitece.

A aranha tece teias.

O peixe beija e morde o que vê.

Eu escrevo apenas.

Tem que ter por quê?

Paulo Leminski

É, concordo com o Paulo Leminski.

E também acho que me expresso de uma forma menos ridícula através das palavras...

Quem sabe um dia não aprendo a falar?

Ainda é cedo para pensar nisso... sou apenas uma criança ;]

ps.: viciei nas poesias do Paulo Leminski.. créditos para o professor de redação haha... vou postar as mais legais aqui *-*

;* seres humanos / extraterrestres da minha vida!

domingo, 27 de abril de 2008

Futilidade interessante e nada cultural :x

Essa sexta, em minha limpeza de pele semanal rolou mais um super-assunto. Tudo bem que dessa vez não foi tão cultural como da outra, em que falamos sobre os velórios. Mas dessa vez o assunto foi bem mais interessante: HOMENS! ;x

Começamos a discutir sobre a falta de homem no mercado. E eu comentei que uma vez na apostila de geografia, eu vi uma cidade que tinha uma média de 10 homens para cada mulher. A Eire cheia de gracinha, disse que em Resende também. Fiquei meio assustada, né.. afinal se isso fosse verdade, onde se esconderiam tantos homens? E ela tinha a resposta, na AMAN. Foi então que ela disse a frase mais verdadeira que já escutei em toda minha vida: “Resende é o único lugar, em que verde é poluição!”

Máá oêêÊ

Estou numa fase revoltada, e por enquanto homem pra mim só é bom em micareta!

Quer saber? CANSEI!

ô uô... listen to the music: all your reasons - matchbox 20

Beijos, micareteiros de minha vida ;x

terça-feira, 22 de abril de 2008

Menina [da] lua.

Antes de ler essa parte da história, se você tiver paciência, releia a anterior.. para facilitar sua vida, o link:

http://nandaaa-paiva.blogspot.com/2008/02/menina-da-lua.html

;D

Agora sim, você pode começar a ler:

"Lua deixou o tempo virar tempo. E muita coisa aconteceu. Ela foi aprendendo a lidar com o sentimento de arrependimento, e com isso conseguiu concertar sua escolha errada.

Agora na cabeça de Lua, a escolha era certa. E seria tudo perfeito. Afinal, não falam que o final feliz existe? Então, finalmente a sonhadora iria ter o SEU final feliz.

Tudo estava parecendo perfeito demais, e o Certo a cada dia mais certo. Muito perfeito para ser verdade.

Lua estava sempre viajando em seus pensamentos, o que fez ela cometer um grande pecado, esquecer do mais importante: o seu conhecimento.

Ela começou a deixar os estudos de lado, achando que somente que uma paixãozinha adolescente poderia alimentar seus pensamentos para sempre. O problema é que o buraco é mais embaixo, e só com um grande tombo para ela poderia perceber o que realmente estava acontecendo.

Suas notas começaram a afundar pela primeira vez. Mas nada importava, afinal, ela tinha achado o Certo.

Às vezes o Certo reclamava que Lua não tinha tempo para ele, e que ela preferia os estudos. Lua sempre dizia que isso era mentira, já que ela o adorava e ele era muito importante para ela.

E ela continuou assim. Trocando os estudos pelo Certo. Mas será que isso estava realmente certo?

O buraco desceu mais ainda. E Lua descobriu o que o Certo era errado, ou melhor, complicado. Ou super-traumatizado. O problema era que Lua tinha medo de esperar até que ele acabasse com seus traumas. Para ele, ela não passava de mais uma, para ela, ele poderia ser o príncipe.

Devido as circunstâncias, e seu histórico de relacionamentos amorosos, Lua decidiu parar, antes de começar a sofrer mais uma vez.

Porém para tomar essa decisão, ela sofreu como nas outras vezes. Como foram tantas outras vezes, ela não tinha mais lágrimas para deixar rolar.

Passou dias com o peito apertado, vontade de chorar e vontade de rir sem motivo. Não tinha explicação, ela só estava passando por um momento contraditório. Tudo que é bom acaba. O problema é que nem tinha começado.

Lua descobriu que o amor é tão filho da puta, que nem o certo está livre de ser errado. E que a hora dela ainda vai demorar muito para chegar.

Mas ela tinha outros objetivos para focar, afinal existem coisas maiores como o VESTIBULAR para o ocupar a cabeça, do que uma simples paixonite adolescente. Muitas pessoas ainda vão passar pela sua vida, e verdadeiro Certo um hora vai ter que aparecer.

Lua agora precisava voltar a Terra para restabelecer suas idéias no lugar, e assim, tocar sua vida junto com o tempo que a cada dia mais voa.

Ela tinha os melhores consolos que alguém pode ter: o estudo e o conhecimento, que por mais que ela queira apagar, jamais sairão de sua mente; sua família que não é preciso dizer que é sempre o primeiro lugar da vida de qualquer um; sua fé em Deus e no céu estrelado e suas amigas, que por mais que briguem as vezes, estarão sempre juntas, afinal, elas são sempre Certas. ;] "

[ a história não para por ai.. agora que ela está começando de verdade para Lua. ;]]

E quanto a fernanda, bem, ando compartilhando informações com Lua ;x

ô uô... listen to the music: sobre o tempo – pato fu

beijo, meus amores. ;*

domingo, 20 de abril de 2008

Prezado Sr. Dono da empresa Viação Falcão,

Sou uma estudante, e estou no terceiro ano do ensino médio. Tenho 17 anos e moro em Penedo. Na verdade faz quatro anos que me mudei, o que eu não acho muito tempo. Nasci e cresci em Resende, ou seja, eu estudo em Resende e todos o dias tenho que enfrentar os ônibus lotados para Penedo.

O funcionários da sua empresa são muito simpáticos e os ônibus são relativamente bons, comparado ao das outras empresas que ficam nessa região. O problema é que são poucos ônibus. Duvido que o Senhor já tenha pegado um ônibus às seis da tarde! E se quer uma dica, jamais pegue. É péssimo. Todo mundo se empurrando, aquele calor horrível e fora o bando de crianças que saem do colégio nesse horário e fazem questão de ir gritando até Penedo dentro do ônibus.

A situação é quase trágica. Outro dia eu achei que uma menina fosse bater em mim dentro do ônibus. Só porque eu fiquei em pé, e com aquele balanço do ônibus quase derrubei meu fichário na cabeça dela, que estava sentada.

A comparação perfeita seria: nós viramos literalmente, sardinhas enlatadas. Sem contar que existem aqueles muito mal humorados e estressados que qualquer coisinha já ficam de cara brava. Até entendo, pois pegar o ônibus das seis horas todo dia, é realmente estressante. Sorte a minha, que eu levo isso na brincadeira e como parte do meu cotidiano, afinal sou brasileira e estou esperando alguém dar um jeitinho nessa situação, enquanto isso vou levando.

Se o senhor pudesse colocar mais ônibus disponíveis nos horários de pico, já estaria ótimo. Afinal, ninguém agüenta mais esse aperto de cada dia. Ou pior que isso, eu pago para ter esse aperto de cada dia, e convenhamos, a passagem anda cada dia mais cara.

Imagino que o senhor deva ser muito ocupado, por isso muito obrigada por me ouvir. Se um dia não estiver ocupado, apareça no ônibus das seis horas da tarde para dar uma voltinha. E quem sabe assim compreender na pratica o que estou falando. Estarei disposta a ouvir qualquer proposta ou justificativa para uma melhoria do serviço prestado a nossa comunidade.

Grata pela atenção,

FPPF

segunda-feira, 31 de março de 2008

Consciência Limpa

Inventando ou errando, a ciência sempre consegue nos apresentar uma questão polêmica. A última foi uma experiência na busca da cura para o câncer que se transformou numa “limpeza de consciência”. Literalmente falando. Essa experiência resultou em um novo medicamento que apaga certas memórias do cérebro.

Alguns cientistas já afirmam que isso será ótimo, pois assim poderemos apagar memórias tristes e pesadas. Isso seria realmente ótimo, viver somente com memórias felizes. Mas será que somente lembranças felizes são suficientes para o desenvolvimento dos nossos pensamentos?

Muitas das nossas atitudes são baseadas no que já conhecemos e vimos. Muitos traumas e sustos nos fazem abrir os olhos para a vida. Sei que existem pessoas que já passaram muitas situações difíceis e que tem problemas de encarar isso. Mas esse poder de apagar memórias pode começar com uma intenção boa e no futuro virar uma arma.

O que eu quero dizer com arma? Bom, para começar nosso mundo é capitalista e o homem é muito ambicioso. Se esses experimentos derem certo, teremos que teme-los. Para começar homens de negócio tentarão ganhar algum lucro com essa história, e só terá acesso aos “medicamentos que apagam a memória” quem tiver condição para pagar o preço do mercado.

Agora imagine a pior das hipóteses: uma guerra estoura. Países importantes brigando com ideologias diferentes se chocando. Esse elixir da “falta de memória”, depois de muito desenvolvido, pode acabar criando no homem outros objetivos. Pode aumentar a vontade nele de ter o poder concentrado em suas mãos, e para isso a tentativa de fazer com que todos pensem da mesma forma.

Sei que essas idéias são meio fictícias, mas nada muito fora da realidade em que vivemos. Ou você é bom suficiente para dominar o meio, ou você é dominado por ele, um clichê bem presente e atual no nosso mundo.

Os cientistas já estão fazendo experimentos com ratos, e pelo visto os medicamentos prometem para o futuro. Nos experimentos, os animais recebem choques quando caminham em alguns lugares da gaiola criando assim um trauma neles. Então os cientistas fazem os testes com o medicamento. Depois soltam os ratos de novo na mesma gaiola, onde eles terão a tendência de evitar a área em que tomaram choque.

Se esse medicamento der mesmo certo, iremos somente substituir os cientistas por homens com poder aquisitivo e político e os ratos pelas classes mais fracas da sociedade. Claro que aqueles que podem pagar, poderão usufruir de uma vida sem traumas, mas aqueles não têm esse poder infelizmente serão manipulados.

Perder memórias ruins e tristes seria ótimo e não é isso que devemos temer. Muitos vivem mal por certas experiências que tiveram e nem tem culpa por isso. Eu mesma não sei lhe dar com a morte e tive que encara-la quando perdi meu avô, tenho muitas memórias tristes que eu não queria guardar. E sem querer ser mal educada com você, caro leitor, assim como não escolhemos ter memórias ruins, muitas pessoas nascem em lugares pobres e vivem com uma péssima qualidade de vida. Elas também não escolheram ter isso, e pior de tudo, nunca poderão sonhar em ter alcance a esses medicamentos que apagam memórias. Pois na maioria dos casos, no nosso mundo, quem nasce miserável, morre miserável, com raras exceções.

A ciência faz coisas fantásticas. Todas as suas idéias no inicio são perfeitas e voltadas para o bem geral. Quem nós devemos temer no fundo, é a ambição e a arrogância do homem. Enquanto ele não se contentar com o que tem, qualquer idéia nova deverá ser temida. Não precisa ser radicalmente, apenas um pé atrás basta. Muita informação e acompanhamento dos resultados das pesquisas também são úteis. Vamos abrir os olhos e prestar atenção em cada detalhe, cobrar resultados e não temer, pois geralmente fechamos os olhos quando sentimos medo.

Impedir que os avanços científicos ocorram é impossível, mas podemos impedir que isso seja usado de forma ruim. Questionando sempre que a nossa consciência dizer que algo está errado, para manter a mesma sempre limpa.

ps.: preciso de uma opinião séria sobre esse texto, entrego ou não para o professor de redação? O_O

hahaha

ps2.: sem música porque eu estava muito concentrada no texto.

;** queridos, cheios de paciência comigo.

sábado, 29 de março de 2008

Futilidade Cultural :D

Para os que acham que ir a uma esteticista toda sexta-feira é uma coisa fútil, tenho que lhes informar: fazer limpeza de pele também é cultura.

Nessa última sexta, enquanto fazia minha limpeza de pele semanal, papo vai e papo vem com a Eire (a esteticista) e começamos a falar de coisas estranhas. Ela me contou que antigamente, na Europa, existia uma bebida que as pessoas tomavam em canecas de estanho ou chumbo (não me lembro ao certo essa parte da informação), e essas canecas soltavam substancias que misturadas com a bebida faziam as pessoas desmaiarem e ficarem sem sinais vitais, ou seja, pensavam que elas estavam mortas. Em alguns casos, várias pessoas foram enterradas vivas. Um belo dia, descobriram o que estava acontecendo, e para não enterrar as pessoas vivas, começaram a deixá-las durante dias em cima da mesa da cozinha para saber se elas tinham morrido mesmo, surgiu assim o velório. O_O.. Mais que isso, quando eram enterradas, amarravam sinos nas mãos dos defuntos e deixavam os sininhos em cima dos túmulos. Se a pessoa estivesse viva, ela acordaria e balançaria o sininho, assim os vigias ou coveiros dos cemitérios poderiam perceber isso e desenterra-las, surgiu assim a expressão: "salvo pelo gongo".

Viram, viram... como uma boa limpeza de pele rende cultura? ;D

ô uo... listen to the music: when the day met the night – panic at the disco

grata pela sua atenção, sempre :)

;** e tchau.

quarta-feira, 26 de março de 2008

"To sentindo cheiro de ZERO!"

Eu deveria estar estudando. Mas não, aqui estou, para contar uma linda historinha baseada em fatos reais para vocês. Olha que emocionante:

“A historinha é a seguinte, das profundezas do Rio de Janeiro, nosso vilão sai todas terças, quartas e quintas com destino ao interior, mais precisamente, Resende, para dar aulas de matemática no Colégio Dom Bosco. Mais conhecido como Zair (O professor, carrasco; ou carrasco professor, você decide), nosso caro professor, sempre termina a apostila rapidamente e vive falando que todos os exercícios são “embrionários”. Ele chegou ao cúmulo de elogiar nossa turma. E passado um tempo marcou o dia da execução para a mesma.

Umas semanas depois, no dia em que antecederia o teste, disse que o mesmo estava tranqüilo, e nós ingênuos, caímos na dele. Como ele pode fazer tamanha malandragem? De fato confundiu nossos testes com a prova específica que ele faz para a rural todos os anos (pelo menos, essa é a nossa esperança) e um belo dia ele irá chegar com os testes para entregar e dizer: “pegadinha do malandro! Só queria testar vocês”. Sim, sou iludida ._.

Na véspera do teste, Fernandinha e Nathalhinha estudaram muito. E depois se recompensaram com uma noite de sono. E no dia seguinte foram para a execução.

Dia da execução. Zair entra na sala, sorridente e falando: “o Zair é do mal, pega um pega geral”. E pensávamos ser só brincadeira. Mas não, era grito de guerra de um vilão com sede de ZERO.

Peguei o teste, e falei: hoje é o dia. Sim, e acabou sendo O dia, o dia em que eu tirei meu primeiro ZERO. O teste estava impossível, e os mais CDF’s suaram a camisa para vence-lo.

Não é todo dia que se tira um zero. Sim, daqueles bem redondos (dá até pra armar um boteco (y)). Todo o estudo foi em vão. Pelo menos eu não fui a única, mais da metade da turma também, como diria nosso amigo filósofo do funk, levou um créu bonito no teste de matemática do Zair.”

[a história não acaba ai... matemática a missão continua :~]

E o que fazer agora? Não, não “vai” mais. Porque agora o negócio é mandar bem no Takeda (professor japonês de matemática, o outro personagem da história).

E viva os testes e simulados. VIVA! o/

Um bom zero a todos que falam a língua do Zero. E fica a dica: terminar o colégio sem nenhum Zero, não teria graça. Tire um Zero uma vez na vida. ;)

ô uo... listen to the music: **barulhinho de chuva ao fundo** – São Pedro

beijo. beijo. ;***

domingo, 23 de março de 2008

Feliz Páscoa, é o que deseja fernanda e seu cérebro filósofo ameba! :}

Domingo de páscoa. Chocolate, chocolate, chocolate... O povo só quer saber de encher o rabo de chocolate. Eu só quero saber de me encher de chocolate. Mas acho que a páscoa tem aquele clichê, de representar algo mais, além de chocolate e coelhinho. Afinal, três dias atrás Jesus morreu. Hoje ele ressuscitou. Páscoa representa o renascimento de Jesus. Mais do que isso, representa a esperança de uma continuidade.

A páscoa me fez lembrar meu avô. Me fez pensar na morte. Será que ele teve a chance de ressuscitar e subir ao céu? Será que eu terei essa chance? Será que todos têm? Não sei, não tenho a menor noção. Ainda mais, que a morte é a única experiência que as pessoas têm, e não têm a oportunidade de relatar depois. Sim, isso é um mistério, uma incógnita, sei lá... algo sem solução. E também não pretendo descobrir essa resposta agora, porque se eu descobrisse, não teria como contar para vocês. (ok ok, peço desculpas pela piadinha macabra).

Mas meu objetivo não era filosofar sobre a morte, até porque é um assunto que não me agrada muito. Meu objetivo era valorizar a vida. Se há esperança de ressuscitar, significa que a vida é tão bela, que ela não acaba com a morte. Tem um texto na bíblia que eu AMO, que faz parte do Livro da Sabedoria, mas que agora não me lembro qual é certinho. Ele diz mais ou menos que a morte entrou no mundo por inveja do “demônio”, ou seja, quem tem uma vida seguindo todos aqueles conceitos de bondade e santidade serão recompensados, caso contrário, provarão da morte.

Isso que eu disse provavelmente não será compartilhado por todos, mas quem é católico dividirá comigo essa opinião. Na bíblia, o texto vai mais pro lado, de que se você acredita em Deus, a morte nunca vai atrapalhar a sua vida. E eu acredito sim nessa parte, porque eu amo acreditar em Deus. Mas se você não é católico, ou não acredita Nele, tente levar essa história toda para o seu lado, ou seja, apenas viva, seja feliz, faça quem está em sua volta feliz e plante o bem, porque mesmo você não acreditando Nele, ele com certeza estará sempre acreditando em você.

Feliz Páscoa, Feliz Renovação, Feliz Fonte de Esperanças para sobreviver sempre aos desafios que a vida nos dá.

ô uo... listen to the music: amor para recomeçar - frejat

Uma boa noite. ;***

Obs.: se você não é católico ou se sentiu ofendido com algo que eu falei nesse post, me perdoe. Mas é que o professor de redação reclamou do fato de eu usar religião para alguns argumentos em um texto, então decidi pensar mais em religião em relação a minha vida, porque se isso está entrando no texto do colégio é porque está faltando na minha reflexão pessoal. ;)