quarta-feira, 26 de março de 2008

"To sentindo cheiro de ZERO!"

Eu deveria estar estudando. Mas não, aqui estou, para contar uma linda historinha baseada em fatos reais para vocês. Olha que emocionante:

“A historinha é a seguinte, das profundezas do Rio de Janeiro, nosso vilão sai todas terças, quartas e quintas com destino ao interior, mais precisamente, Resende, para dar aulas de matemática no Colégio Dom Bosco. Mais conhecido como Zair (O professor, carrasco; ou carrasco professor, você decide), nosso caro professor, sempre termina a apostila rapidamente e vive falando que todos os exercícios são “embrionários”. Ele chegou ao cúmulo de elogiar nossa turma. E passado um tempo marcou o dia da execução para a mesma.

Umas semanas depois, no dia em que antecederia o teste, disse que o mesmo estava tranqüilo, e nós ingênuos, caímos na dele. Como ele pode fazer tamanha malandragem? De fato confundiu nossos testes com a prova específica que ele faz para a rural todos os anos (pelo menos, essa é a nossa esperança) e um belo dia ele irá chegar com os testes para entregar e dizer: “pegadinha do malandro! Só queria testar vocês”. Sim, sou iludida ._.

Na véspera do teste, Fernandinha e Nathalhinha estudaram muito. E depois se recompensaram com uma noite de sono. E no dia seguinte foram para a execução.

Dia da execução. Zair entra na sala, sorridente e falando: “o Zair é do mal, pega um pega geral”. E pensávamos ser só brincadeira. Mas não, era grito de guerra de um vilão com sede de ZERO.

Peguei o teste, e falei: hoje é o dia. Sim, e acabou sendo O dia, o dia em que eu tirei meu primeiro ZERO. O teste estava impossível, e os mais CDF’s suaram a camisa para vence-lo.

Não é todo dia que se tira um zero. Sim, daqueles bem redondos (dá até pra armar um boteco (y)). Todo o estudo foi em vão. Pelo menos eu não fui a única, mais da metade da turma também, como diria nosso amigo filósofo do funk, levou um créu bonito no teste de matemática do Zair.”

[a história não acaba ai... matemática a missão continua :~]

E o que fazer agora? Não, não “vai” mais. Porque agora o negócio é mandar bem no Takeda (professor japonês de matemática, o outro personagem da história).

E viva os testes e simulados. VIVA! o/

Um bom zero a todos que falam a língua do Zero. E fica a dica: terminar o colégio sem nenhum Zero, não teria graça. Tire um Zero uma vez na vida. ;)

ô uo... listen to the music: **barulhinho de chuva ao fundo** – São Pedro

beijo. beijo. ;***

3 comentários:

Nathalia disse...

ahahahahahahahaha *-*
ficou bem divertido feeer ! :D



mas tenho que te corrigir
todo esse estudo não foi em vão. lembre-se: somos vestibulandas (o querido Zair, já dizia)

TE AAAAMO, escritora preferiiiida (L)³³³³³..

tata disse...

Ferr!
Parabéns.
Conseguiu passar pro papel (oO) tudo o que eu senti/estou sentindo.

O que seria da minha vida sem o Takeda? O que seria da minha vida sem os simulados chatos e sonolentos do objetivo?
Sim. Minha vida seria uma coisa beem oval (zero não eh redondo eh oval.. entendeu o trocadilho que eu tentei fazer? asuhashuasua).

Mas, anyway, "a gente supera" (UHASHUUHUHASUHASUHAS. piadinha interna com essa frase.. bons tempos aqueles...).
A pior coisa que nos pode acontecer eh encarar a primeira recuperação no último ano da escola, ou ainda fazer de novo o último ano da escola..
Maaaaaaaaaaaaaaaaaaaas, deixemos Sênica de lado. Prefiro usar o segredo nessas horas. asuashuuahsuhas.

não tiramos 0, vamos muito bem na prova e no trimestre que vem a gente gabarita a porcaria do teste pro tio zazá ficar feliz.
e nossa auot-estima lááá em cima, ok?
bate aí agora: o/\o


XD

thaís. disse...

meus parabéns.
este foi o texto mais real que já li em toda minha vida.
talvez porque isso também aconteceu com a minha pessoa.