segunda-feira, 9 de março de 2009

Pique- esconde, esconde-esconde, escondidinho... huuuuuuum

Ah, quem nunca se escondeu no jardim quando criança com aquele amiguinho? Ou começou a ficar com aquele cara e escondeu de todo mundo? Ou então começou a ficar com um garoto qualquer e preferiu esconder? Quem nunca teve uma amizade discreta? Um amor proibido? Ou um caso camuflado? Pois é, eu nunca tive! Deve ser emocionante. Duvido que a Madonna não se divirta com um "mistério" em relação a sua vida particular. No caso dela pode ser mídia (ou não), mas não deixa de ser um excitante esconde-esconde. Esconder por medo, fingir por vergonha, não assumir por insegurança, um relacionamento envolve muita coisa. Celebridades querem preservar a imagem. Mulheres normais às vezes só querem garantir que o relacionamento vá pra frente antes de cantar a vitória. Estou longe de ser uma psicóloga de relacionamentos, e no meu caso nunca brinquei dessa modalidade de pique-esconde, mas sei que tudo tem seu tempo e esconder pode ajudar em alguns casos. Vai saber... Cada um com seu tipo de "brincadeira"! Já ouvi que escondido é melhor, no meu caso, meu namoro anunciado vai muito bem, obrigada! Acho que no final das contas, o que importa é encontrar a felicidade (por mais que ela te faça brincar de pique-esconde). Felicidade encontrada, amor anunciado (ainda que escondido), fica tudo claro dentro de você!

quarta-feira, 4 de março de 2009

Astronauta

                                                

Criatividade é igual ao mar, vai e vem.

Já a auto estima é igual à maré, sobe e desce.

E eu? Eu sou igual à Lua, modifico o mar quando estou inspirada.

Ora terrível, ora belo.. E modifico a mim mesma quando a maré está boa!

Assim sou capaz até de apreciar o Sol, mesmo fugindo dele todas as noites.

Eu não vivo sem sua luz.

Que no final das contas

é quem me inspira, e durante algum tempo, me faz brilhar...

 

É verdade, eu amo a Lua. Noite de Lua pra mim é sorte.

Uma menina da Lua, que muitas vezes é de Lua.

Impossível eu não ser eu...

Sou eu nos detalhes mais simples e até nas palavras que eu nunca disse.

Eu sou eu quando falo, ou quando tomo atitudes.

Eu sou assim, encantada por bobeiras e iludida por sonhos..

Mas vai dizer, que garota nunca sonhou alto?

É por isso que eu gosto da Lua, porque meus sonhos são tão altos que chegam até ela.

 

ps.: foto do sol nascendo em Trindade, semana passada! Tava bom demais :)

 

 ô uô... listen to the music: can’t stand me now – the libertines

 

 

Obrigada mais umas vez pela atenção! ;*

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Ah, a loucura...

            Eu sou louca.. Já ouvir dizer que todos têm seu grão de loucura. Eu tenho um pacote inteiro de loucura dentro de mim. Perdoe se minhas palavras irritam, mas elas são parte da minha loucura. Meu jeito de pensar é estranho, mas a minha loucura não passa de imaginação extremamente fértil. Ah, porque loucura é algo que podemos dividir em várias categorias. De doença à felicidade, de tristeza à solidão. Ser louco muitas vezes é ter opinião contrária, é lutar por uma causa que ninguém defende, é colocar a mão no fogo pela pessoa mais traiçoeira do mundo. Na brincadeira mais idiota, é aceitar doce de estranho na ingenuidade. Loucura pode ser a aceitação de algo imposto sem nenhuma argumentação. Loucura é ver uma injustiça e fechar os olhos, ou então fechar os olhos e fazer uma injustiça... Tudo depende do ponto de vista. Loucura é uma mulher se mutilar e dizer que foi mutilada. Loucura é mutilarem uma mulher e dizerem que ela foi mutilada. Loucura é não olhar por todos os pontos de vista. Loucura pode ser louca ou pode ser normal. Pode ser um assédio ou apenas um lapso. Pode ser uma palavra ou uma agressão. Um ataque ou uma fofoca. Uma mulher ou um homem. Não tem definição. Têm loucos no hospício, na política, têm loucos que falam mal de política, têm loucos nas ruas, nas casas, têm loucos que fazem blog e falam de loucura, tem loucos que não tem orkut, e tem loucos que têm orkut, tem loucos que odeiam futebol e são brasileiros, tantos loucos por ai, que a verdade é que loucura não tem lugar definido... A loucura se resume a opinião diferente da nossa.. Aposto que a louca da sua vizinha adora dançar um funk até o chão e você que se diz normal ouve ópera no último volume.

            A loucura não existe, ela é apenas uma desculpa que encontramos para justificar a existência de tantas idéias diferentes que muitas vezes não nos agradam. É um modo de parecermos normais perante aos outros. Mas isso de nada adianta, porque no fim todo mundo é louco.

           

   ô uô... listen to the music: speed of sound – coldplay

 

valeu ae ;*

domingo, 15 de fevereiro de 2009

Que se foda :)

            O tempo passa rápido. As coisas são descartáveis. Sabia que pessoas são descartáveis? Pois é, eu também não sabia. Mas sim, elas são descartáveis. Sentimentos são descartáveis. A maioria descarta quem não gosta mais, esquece, ou por motivos sem explicação, apagam quem não querem mais de suas vidas.

            Sou da geração politicamente ecológica. Reciclo tudo. Se não gostam de mim e eu gosto de alguém. Pego o que sinto, reciclo e transformo em amor por outra pessoa. Transformo em amor por quem me ama e por quem eu confio.

            Porque de nada adianta amar alguém e confiar em alguém, quando esse alguém não sente o mesmo e às vezes ignora você.

            Não é trágico, é humano! Humanos são assim. Um dia amam, outro não. Um dia estão rindo, outro chorando. Quem eu penso que sou pra julgar? Sou só mais uma humana no meio da multidão. Acho que ganhei a capacidade de confiar demais, para poder ganhar desconfiança dos outros e equilibrar o ciclo dos erros humanos. Vai entender...

            O que eu sei é que não penso ser ninguém para julgar. Aprendi com meus erros a não julgar mais ninguém. Assumo, como uma humana qualquer já julguei muita gente. Mas agora, como uma humana mais humana aprendi que cada um tem o seu tempo e os seus problemas. Não julgo, eu apenas tento entender o lado de cada um. Afinal, amanhã eu posso encarar o problema que alguém encara hoje. No final das contas, só passando por certas coisas para poder julgar e avaliar.

            Não sou ninguém pra dizer o que é certo ou o que é errado. Eu tenho meus problemas, eu tenho minhas dúvidas, minhas convicções, meus princípios, meus erros e meus acertos.

            Aprendi a não perder mais tempo tentando descobrir quem está certo. Aprendi a olhar por todos os pontos de vista possíveis. Aprendi a tentar compreender mais o próximo.

            Eu sei que não é grande coisa. Mas pra mim é um grande passo. E eu sei que isso me deixa a frente de muita gente que eu conheço. O fato é que criticar e ignorar é bem mais fácil do que encarar a realidade. Todos sabem disso, mas ninguém tenta encarar esses fatos de frente. E sabe por quê? Porque machuca saber que você pode estar errado ou errando.

            No fundo nós humanos só queremos estar certos e acertar. Uma pena, porque quando assumimos um erro, ganhamos muito mais. Quando deixamos um erro passar ou insistimos em estar certos, podemos perder muitas coisas. Podemos perder confianças, amizades, amores, paz... Podemos perder tudo aquilo que sempre achamos que estamos ganhando quando estamos certos.

            Pena que ninguém percebe isso. Pena que sempre cada um tira o seu da reta e nunca assume que errou. Como eu tenho uma predisposição ao azar, eu sempre sou mal compreendida e sempre rodo. Mas tudo bem, já descobri que quem me ama e me conhece de verdade é quem tem o poder de me compreender de verdade.

            O difícil é saber quem te ama e te conhece de verdade. A sorte é que com o tempo as máscaras caem. Mas lembre-se sempre, por mais que elas caiam, nunca julgue quem não gosta de você. Pois se você fizer isso, você estará se igualando a eles. O que me faz ficar a cima de muita gente é o fato de que eu não odeio quem me critica. Eu apenas deixo de confiar. Eu tenho pena.

            No final das contas, não adianta em nada reclamar. Acontece é que o mundo gira, os dias passam, e muita coisa muda. São fases. Todos temos fases. A Lua tem fases. E ela é bonita, certo?

            Sabe qual é? Eu juro que eu tento ser o mais verdadeira possível. E é isso de verdade o que eu penso. Na verdade eu não quero que se foda, eu só quero ser compreendida nesse mundo. Eu só quero que as pessoas entendam mais o próximo. E isso não é clichê. Não estou falando de boa ação e sim de convivência e confiança, seja lá o que for..

 

 

Ô uô... listen to the music: what became of the likely lads – the libertines      

 

Obrigada pela atenção,

Um beijo ;*

sábado, 29 de novembro de 2008

Creme de Leite não passa no vestibular

Você dorme nervoso. Acorda algumas vezes durante a noite achando que perdeu a hora, olha o relógio e ainda são três horas da madrugada. Então você vira para o canto e tenta descansar. Seis horas seu relógio toca um pouco mais cedo que o habitual, mas você quer acordar melhor e ficar mais relaxado.

            Toma um banho, um café reforçado (na verdade tenta comer porque o nervosismo às vezes atrapalha) e se arruma.

            Volta pro quarto, senta em cima da cama e fica esperando o seu pai se arrumar pra te levar. Enquanto isso você observa aquela pilha de apostilas no canto do quarto e fica imaginando se alguma coisa que está ali você não estudou ou provavelmente já esqueceu, na melhor das hipóteses, você aprendeu, mas esquecerá durante a prova.

            Seu pai te chama. Você sai de casa, entra no carro. E toma um rumo. É dia de vestibular.

            Chegou ao local da prova, fica com medo de ficar sozinho e sentir mais nervoso. Por sorte o povo da sua sala está todo junto, conversando e cada um fazendo piadinhas sobre si mesmo para tentar fingir que não está nervoso, e parecer seguro. Tudo mentira, mas a gente finge que acredita.

            Entram todos para fazer a prova. Acontecem os procedimentos padrões de uma prova, e depois de um tempo a mesma já está na sua frente. E é nesse momento que aquilo acontece.

            Simplesmente, tudo evapora. TUDO. Você vê que todos estão fazendo a prova e você ainda ta pensando se vai chover à tarde. Até que você começa a ler a prova e vê que tudo está perdido. Faz umas duas ou três questões de cada, chuta algumas, deduz outras, até que seu saco enche e você quer sair desse pesadelo. Você entrega a prova.

            Na saída, encontra todos seus amigos de novo. O que é legal, porque depois dessas provas, até os cdf’s falam que se ferraram. Ainda acho que é pra manter o jogo no meio fio, se eles forem bem: “caralho, dei muita sorte”; se for mal: “ah, fiz chutando mesmo...”. Isso acontece às vezes, só às vezes (nesse ponto você finge que acredita de novo).

            Você tem aquela sensação de que se ferrou. Entra no carro do seu pai, e a primeira pergunta feita: “como foi?”. Você diz que foi mais ou menos, mas que não sabe direito.

            Passam algumas semanas e você descobre que não passou. Então do nada, o mundo vira vestibular. Andando na rua, você vê uma calça, pergunta quanto custa e respondem: “você não passou no vestibular”. O que é muito motivador.

            Seus pais, aqueles que seus amigos adoram, que são super-compreensíveis, começam a dizer coisas horríveis pra você: “você só estuda, tinha que ter passado”; “devia ter feito você trabalhar desde pequeno, agora fica ai, fazendo essas provas que não dão em nada.”... daí pra pior.

            E o que acontece com você? Bem, a auto-estima vira baixo-estima. E você vira a maior merda do mundo. Como se todo seu esforço não valesse a pena e como se não tivesse adiantado anos de estudo.

            É, pais nem sempre sabem lidar com isso. O que é horrível. Eu já me coloquei no lugar dessa história, e não adiantam conselhos nessa hora. Podem falar pra você: “mas você é inteligente, esperto, tem potencial..” que não adiantará. A merda não sairá de você. Às vezes o tempo cura isso, às vezes horas de choro. Às vezes uma conversa com um amigo. Não sei.

            Eu sei que o vestibular quando tido como fracasso pode afundar qualquer um. Eu não sou o Titanic, mas sei bem o que é isso (y).

 

Ô uô... listen to the music: paisagem da janela – lô borges

           

Adeus ;*

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

"Nada do que foi será, de novo do jeito que já foi um dia..."

O Tempo passa e a gente não percebe. Clichê que é a mais pura realidade. Queria poder parar no tempo, quem sabe assim poderia segurar na minha vida tudo aquilo que eu amo. Pois quem ama, tem medo de perder. E eu odeio perder.

Esse foi o meu último ano de Colégio Dom Bosco. E depois que as aulas acabarem de vez e a formatura passar, cada um vai para um canto. Provavelmente vamos prometer uns aos outros que conosco será diferente. Que vamos nos encontrar sempre que der. E esse sempre que der, provavelmente, se transformará em dias, meses, anos sem ver aquele velho conhecido. É fato que vamos nos separar.

O triste é que, por mais que às vezes seja difícil conviver, nós passamos horas juntos naquela mesma sala quase todos os dias.

Só de pensar que nunca mais vamos viver nesse ambiente que vivemos hoje, me dá um aperto.

Juro que vou sentir falta até dos puxões de orelha do Noeli por atraso.

Arraiá do Boscão? Nem se fala. Montar barraca, vender ingressos... Andar pela festa com a camisa da nossa turma... É, pena que não existe algo além do “Terceirão” na escola.

As bobeiras em sala de aula.. as piadas internas e idiotas! O povo irritando os professores! Quem vai esquecer do Zair zoando a Mônica no primeiro ano? Ou do Cabral com suas crises de riso pós-bola fora? Ou do Meneguese zoando o Hugo na aula do Freiman? Quem vai esquecer da galera do fundão que jogava adedanha nas aulas do Paralovo? Impossível esquecer do dia em que o Digão tirou a Thaís! Despedidas como a da Nathalia e do Eduardo na oitava série, ou mesmo a da Tata esse ano! Quem não lembra da Stefânie e a sua tabela periódica de biscoitos?

A gente tem tanta coisa pra não esquecer dessa escola! Sério, eu posso dizer tranquilamente: os melhores anos da minha vida, eu vivi ali!

Essa semana teve o último sábado família, e tirando as contusões e as queimaduras, foi perfeito. Não por ser um sábado família, mas sim, por ter sido marcado como o último.

E o aperto hoje está enorme. Porque hoje foi o penútlimo dia oficial de aula, e amanhã será o último. Quer aperto maior do que o Zair e o Marquinhos se despedindo da gente?

Sabe último capítulo de novela, que tudo ta acabando e tomando um rumo pro final feliz? Então, comparação ridícula, mas estou sentindo como se as nossas vidas estivessem assim! Amanhã será o último capítulo oficial. A noite terá a “festa” de confraternização do elenco e durante as próximas semanas, terão pequenos flashbacks de como tudo aconteceu. Quem sabe daqui uns 10 anos, a gente não faz o nosso próprio vale a pena ver de novo? Hahahaha

Agora, falando sério. Amanhã é o último dia de aula. E eu só quero deixar marcado, que eu aprendi muito com todos que passaram por essa turma. E em especial ao Terceiro Ano de 2008, nós SOMOS uma turma tão divertida e tão animada, nada do que vivemos passou despercebido. Está tudo guardado. Tudo mesmo. Cada fala, brincadeira, discussão, briga, risos... Sei que quase ninguém vai ver esse texto, mas eu quero agradecer a todos que fizeram parte dessa turma nesses anos, e dizer que eu desejo tudo de melhor pra cada um. Sei que temos nossas diferenças e características, mas eu espero que todos alcancem seus sonhos e se realizem de alguma forma. Afinal, toda novela tem um final feliz, certo? ;)

Espero também que esses anos todos de convivência tenham valido tanto a pena para todos, assim como valeu pra mim!

A melhor lembrança é aquela que construímos com nossas experiências, sejam elas boas ou ruins. Ser jovem é isso, aprender a ser feliz, errando. Nós, jovens vivemos errando para tentar encontrar a felicidade. E é errando que nós aprendemos a ser felizes. Tirando proveito de tudo. E é assim que construímos laços. Aproveitando tudo de diferente que a vida nos proporciona.

E é assim que eu resumo o nosso final de ano. Com a esperança de que isso não foi nem está sendo em vão. O que fica é a saudade!

Que venha a formatura e reunião de 10 anos de formandos! :D

ô uô... listen to the music: no such thing – john mayer

saudades, ;*

terça-feira, 21 de outubro de 2008

Ah, se eu fosse Cecília Meireles...

Eu escreveria um romance pessimista. Com direito a mocinha, mocinho e vilão. Usaria toda a minha sensibilidade para falar de temas insensíveis. Porém sem fugir do clichê, falaria sobre dor, amor e sobre o rumo que a vida dá ao sonhador.

O sonhador seria apaixonado pela mocinha. E de tão grande o amor sentido, o pobre sonhador não revelaria a ninguém o tal sentimento. Pois ao contrário do vilão, o importante para o sonhador é ver a mocinha feliz, seja do jeito que a vida desejar. E ao contrário do mocinho, o sonhador não tem disposição para lutar por um amor.

O sonhador é sonho, é ousadia. Ele não quer ser da mocinha, apesar de amá-la. Ele quer ser do mundo, pois em semelhança de tamanho, o mundo é o que chega mais perto dos seus sonhos.

Ah, os sonhos... O que o sonhador faz de melhor, sonhar... Sonhar com o que ele ainda não viu e imaginar como se fosse uma viagem.

E de tanto viajar, ele viraria um viajante. Que sairia pelo mundo, transformando seus sonhos em histórias e espalhando as mesmas pelos quatro cantos.

O sonhador teria uma história que seria a sua mais emocionante. A história de uma mocinha, um mocinho e um vilão. Aquele tipo de história que dá vontade de ouvir várias vezes, só para escutar o final feliz e acreditar que um dia ele pode acontecer.

Para uma história nos fazer acreditar no final feliz, ela tem que ser muito boa. A maior parte do povo é desiludida e sofrida. O próprio sonhador não acredita. Mas pelo amor que sente pela mocinha, preferiu sonhar que o seu final seria o mais feliz possível. (Ele nunca mais teve notícias da mocinha, afinal, ela é muito pequena comparada com o mundo).

É visível, no fundo, o otimismo faz parte do sonhador.

Admito que meu romance pessimista teria final feliz. Meu romance seria totalmente influenciado pelas histórias do sonhador. Sua gotinha de otimismo seria a essência. E o toque final, seria o amor. Pois não existe pessimismo que dure, quando fazemos algo com amor.

Se você não sabe, eu conto. O segredo de um sonhador está na utopia que ele vive. O sonhador sonha com amor. E é com amor que ele conta as suas histórias. Este é o segredo do final feliz inventado pelo sonhador para a mocinha.

Pena que eu ainda não saiba o final feliz da mocinha, cabe a cada um, imaginar.

Ah, pena que Cecília Meireles não vivia de romances. Mas sorte a minha, eu vivo de utopias!

ô uô... listen to the music: sem música x(

beijo para todos, sonhadores ou não ;*

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Aquilo que chamam amor...

Você já esteve apaixonado? Borboletas no estômago, felicidade no olhar, alegria nas coincidências mais bobas... Achar que o amor que você sente será pra vida toda, mesmo sabendo que o pra sempre só existe em contos de fadas.

É, eu tenho medo do amor. Ele me faz sentir a idiota mais feliz do mundo. Pode até me machucar, mas às vezes acho que é o sentimento mais legal que existe para sentir. Não que eu seja experiente com sentimentos, mas é que é bom amar.

Por mais que não exista perfeição, por mais que não exista amor perfeito, isso sempre trás felicidade.

Quando eu era criança, achava que ia encontrar um amigo, tipo um filme, e no futuro ele seria o amor da minha vida. Passei 17 anos esperando (até hoje) e não teve nenhum “De repente 30” na minha vida. De repente eu estava namorando um cara que eu amo, mas nem tudo é como no cinema. “De repente eu sabia que o que estava sentindo era amor” mesmo minha vida não sendo um filme.

Mesmo sendo impossível, eu queria que meu primeiro amor fosse o único. Acho isso legal. Minha avó teve um único amor, meu avô. Quando eles se casaram, ela tinha 16 anos, foram mais de 45 anos de casados. Uma vida toda juntos. Isso é o mais próximo da perfeição que o ser humano pode chegar na minha opinião.

Quando meu avô “foi embora”, no dia do enterro, eu lembro perfeitamente da minha avó em desespero falando: “Meu Toninho, minha Vida, meu Amor...” e a gente lá olhando, sem poder fazer nada... Assistindo o final daquela vida toda juntos. Aquele dia eu descobri que quando a gente quer, o amor pode sim ser pra sempre.

Deve ser difícil, mas somos nós que fazemos nosso próprio destino. Minha avó é mais vencedora ainda, porque provavelmente, ela não escolheu meu avô, na época dela, as moças não namoravam quem queriam, ou seja, foram os dois que construíram esse amor, e depois do dia da despedida dos dois, eu descobri que eles tiveram um amor perfeito, do jeito deles, mas tiveram.

Eu só queria um amor perfeito pra mim também. E não vou hesitar em construir isso. Mesmo que eu fique cheia de calos no futuro. Não importa, eu sei que amo.

Semana passada faleceu um senhor, amigo do meu pai, e meu pai teve que dar uma força para a família. A esposa desse senhor ainda não sabia da notícia. Meu pai deixou o carro na frente da casa da família, e foi até lá. Eu fiquei dentro do carro, e escutei quando a senhora recebeu a notícia, a velha história se repetiu pra mim, ela gritava: “o que eu vou fazer?”, e chorava muito alto... Novamente, eu escutei um adeus sem poder fazer nada.

Eu não conheço essa senhora, nem conheci seu marido. Mas por mais que essa situação seja triste, no fundo, é a prova de que eles viveram um grande amor.

Por mais que seja estranho, pelo menos a minha avó e essa senhora, podem deitar a cabeça no travesseiro, e saber que alguém já as amou (e ainda ama) intensamente.

Realmente é uma situação triste, mas é uma história de amor. E é linda, afinal, nos dias de hoje, quem liga pro amor?

É, eu ligo. E por mais que o meu more longe, eu quero cultivá-lo, o maior tempo que eu conseguir. Amor não aparece assim do nada, e garanto que esse já estava escrito na minha há algum tempo. Não que eu vá casar com ele, ou tentar segura-lo pra sempre. Meu único objetivo nesse “jogo” é cultivar o amor, enquanto ele existir entre a gente.

Afinal, também quero colocar minha cabeça no travesseiro e ter consciência de que eu vivi algo (quase) perfeito!

Eu só quero gritar que eu estou sim, deprimida com a distância, e eu queria ele perto de mim, mas pra mim já está ótimo, afinal, EU O AMO!

Não é a toa que eu amo filmes tipo “A casa do lago” em que dois se amam, mas ficam separados, e “Fica comigo esta noite”, em que dois se amam, mas tem que se despedir! Nesse ponto, minha vida é quase um filme, eu amo mais tenho que ficar longe...

A realidade, é que eu estou cheia de pensamentos confusos como sempre, e a maior realidade, é que eu não sei nada sobre amor. Dele, sou somente uma aprendiz.

Fico por aqui.. :)

ô uô... listen to the music: aquilo – lulu santos

Beijos meus amores ;*

sábado, 12 de julho de 2008

limpezas de pele e suas futilidades: parte III, a missão continua!

Ok... Sempre falo aqui no blog dos meus assuntos com a Eire, mas essa sexta foi o pior. Porque falar de velório e de homem, tudo bem... Agora, conversar sobre piadinha de times de futebol é o fim da picada! Com vocês, as melhores!

Um homem andando de bicicleta com uma camisa do Flamengo. Por que você não pode atropela-lo?

R.: porque a bicicleta pode ser sua! ¬¬’

Dois amigos saindo de um jogo no Morumbi. Um pit bull ataca um deles, e o outro sai correndo para ajuda-lo, acaba que ele mata o pit bull a pauladas para ajudar o amigo. Um jornalista encantado com o ato de heroísmo do rapaz decide fazer uma matéria com a história, chega até o jovem e diz: “já estou imaginando a manchete: Jovem São Paulino salva amigo de um pitt bull feroz!”, e o rapaz responde: “ Mas eu não torço pro São Paulo!”, e o jornalista insiste: “Tudo bem, pode ser: Jovem Palmeirense salva amigo de um pitt bull feroz!”. E o rapaz corrige: “mas eu não sou Palmeirense”. O jornalista olha pra ele e pergunta: “Pra que time você torce?”, e o jovem responde: “Corinthians!”. O jornalista então diz: “Já sei a manchete: “Delinqüente juvenil mata cachorro a pauladas!” (sim, deprimente, por favor, ria (y))

Sabiam que o Robinho vai para Pequim fazer triatlon? É, ele corre, pedala e NADA! (ok ok, essa foi a melhor, pode falar! Hahaha)

Por que você não pode discutir com um vascaíno?

R.: Porque o Freguês tem sempre razão! (aaaaaaaaaaah... eXculaXou, não meirmão? Hahaha)

Sério, a limpeza de pele me rende muita cultura inútil e divertida. Em breve vou lançar a biografia da Carla Perez, aguardem! Hahaha

Obrigada pela atenção!

Boa noite! (são uma da manhã ._.)

ô uô... listen to the music: crazy for you - madonna (afinal, já que o papo é futil, a música tem que ser trilha sonora ;))

Beijo, meus queridos :*

terça-feira, 1 de julho de 2008

please don't mind what i'm trying to say, cause i'm, i'm being honest! **xisdê**

Conheço pessoas educadas, doces, simpáticas, prestativas e estudiosas. Conheço pessoas estressadas, chatas e ansiosas. Eu também conheço a Tamara. Tamara é uma mistura disso tudo. É por isso que ela me encanta.

O jeito otimista de ver o mundo para os outros (eu) e tentar coloca-los para frente.

Conheço Tamara apenas há dois anos e meio. E sei que construímos uma amizade muito grande. Aquele clichê que sempre acontece comigo, gostar muito de algumas pessoas em pouco tempo.

E eu quero levar as risadas, os nossos furos, as nossas conversas, comigo pro resto da minha vida. Quero lembrar sempre que eu tenho uma amiga que mora longe, e que mesmo com a distancia vamos sempre ter uma a outra.

Esse ano está sendo pesado. Estou levando comigo todo dia para o colégio, aquele clima de despedida, afinal, cada dia é único, e nunca mais vamos ter essa convivência diária em turma. Tamara antecipou a despedida e “decidiu” ir embora nesse mês de Junho de 2008.

Sei que isso é horrível. Pois o que eu mais penso, é que eu nunca mais vou ter a Tamara sentada atrás de mim no colégio, nunca mais vamos nos ver com a mesma freqüência. As risadas sem fim nas aulas, os estresses... As tentativas frustradas da Tamara de curar meu pessimismo com “O Segredo”. Vou sentir falta até dela gritando: “Ferrrrnaaaaaaanda”, pra chamar minha atenção! Quem eu vou pentelhar? :O Quem vai cantar Panic, Plain, Cartel e Fall Out comigo nas aulas? E as listas, como fico sem elas? :/ Pena que não adianta eu pedir pra você ficar.

Minha forma de “homenagem” a Tamara fica aqui nesse humilde texto, pois o tempo está passando e levando com ele a Tamara da minha vida. Mas pode ter certeza que as lembranças serão pra sempre. (não, isso não é um texto fúnebre, sei que a Tata vai querer me matar por esse parênteses!)

A Tamara é importante demais pra mim, ainda acho que ela é um tipo de anjo que apareceu pra alegrar minha vida. E conseguiu, as aulas sem você aqui não serão mais as mesmas. Mas agora também falta pouco tempo para o adeus no final do ano.

Então, da forma mais humilde do mundo, eu te amo Tamara e pode ter certeza que você vai fazer muita falta nas minhas manhãs.

Espero que você se realize, estude bastante (como sempre) e também relaxe. Você com certeza será a médica mais brilhante desse país! =] QUE VOCÊ REALIZE TODOS OS SEUS SONHOS!

E que você também venha nos visitar às vezes.

Boa Sorte na sua volta para casa.

Qualquer coisa, estou aqui, sempre de braços abertos para você!

“as saudades serão para sempre, assim como a certeza de que vivemos uma amizade.”

(ps: esse foi eleito o texto mais verdadeiro do ano (y) - estou com o olho inchado, sim Tamara, você me fez chorar escrevendo isso (y)³).

Não é brinks, e eu te amo :]

ô uô... listen to the music: our time now – plain white t’s

comigo, todo mundo: "FINALLY IT’S OUR TIME NOOOOOOOOOOW" *-*

Tata, obrigada por fazer parte da minha vida.. e a quem passar por aqui, obrigada pela atenção!

Beijo! :*