segunda-feira, 20 de abril de 2009

Ah, se eu pudesse voltar ao passado..

Eu faria tantas coisas, e iria a tantos lugares e épocas. Passando pelas civilizações antigas, como os Maias, Incas, Astecas; conhecendo também o segredo da democracia grega e a bravura do exército romano. Não deixaria de passar por um jantar no palácio de Luis XVI, o rei Sol e abusar do luxo oferecido. Depois claro, gostaria de conhecer as ideias de Napoleão e sua sede de poder. Passaria pelo renascimento e conheceria os intelectuais que tanto revolucionaram, como Da Vinci. Depois voaria para o Brasil para conhecer um pouco dos personagens do cangaço brasileiro, com muita cautela para não acabar virando vítima de Lampião. Nessa viagem toda, eu não poderia deixar de passar em Portugal lá pelos mil oitocentos e lá vai bolinha, e conhecer Fernando Pessoa, para saber um pouco de sua saudade e suas poesias. Depois eu iria até Cecília Meireles, para olhar nos olhos dela e entender o porque do tamanho pessimismo, das borboletas e das estrelas, que também tanto me encantam. Terminaria minha série de visitas, nos anos oitenta conversando com Paulo Leninski, o último poeta dos meus três preferidos. Voltaria para 2008, e pararia para sempre no dia 22 de Maio. O dia em que meu namoro começou sob a lua. E ficaria por lá, por tempo indeterminado.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

realidade fosse sonho

sonho porque preciso, 

assim como vivo porque tenho um ótimo metabolismo.

imagino porque prefiro, 

na realidade, 

é sempre tudo tão igual.

domingo, 5 de abril de 2009

um ser criança

Deixa eu brincar, correr, pular, ter cabelo enrolado e curto, ser feliz e não ter nenhuma preocupação? Deixa eu ser feliz. E por favor, quando eu sonhar, não me acorda.

Grata :)

sábado, 4 de abril de 2009

Jogando Conversa

Às vezes escutamos nossos pais falando que antigamente tudo era bem diferente. Eles brincavam nas ruas, não tinha violência e muito menos apologia a ela. Hoje os tempos mudaram. Violência é rotina, e a minha geração (tenho 18 anos) já não brincou com tanta liberdade na rua igual aos meus, nossos pais. As coisas mudam muito rápido e atualmente alguns princípios são colocados a prova. Atitudes violentas entre jovens e entre jovens e mais velhos aparecem sempre na mídia. Desentendimentos que causam brigas, ofensas e criam preconceitos são frequentes. Acho que o fato de o mundo estar mais violento influencia em tudo, inclusive na nossa mente e comportamento. Muitas crianças e jovens convivem com certas atitudes violentas em casa ou veem na tv, e as vezes até indiretamente absorvem isso. Professores por sua vez não tem obrigação de educar e sim de passar conhecimento. A educação primordial vem de casa junto com o caráter psicológico de cada um. E acho que é ai que está a falha. Não está nos professores, nem nos alunos. Está na falta de dialogo em casa sobre o que é certo e o que é errado. A educação que os pais passam para seus filhos é essencial no crescimento saudável e no potencial de convivência das crianças e dos jovens. Está faltando reunir a família e jogar limpo uma conversa no meio da mesa!

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Navegando com Jack

Assumo que eu sempre gostei mais dos vilões do que dos heróis. Seja de novela, filme, seriado... vai dizer, os homens e as mulheres que são vilões são muito mais charmosos. Meus princípios e minhas condutas são moldados de acordo com o que penso, nunca tive necessidade de ter um herói pra me guiar, inspirar... Mas um ante-herói preferido eu tenho. Não é vilão, mas também não é herói. Um homem que só quer aproveitar a vida, beber rum, como um tradicional pirata faz. Apresento-lhes, Jack Sparrow, ou melhor, Capitão Jack Sparrow. Roubando, matando, querendo se dar bem, e no fim só se dando mal, quem nunca riu com ele? Podemos até chama-lo de herói, do mesmo jeito que ele só faz merda, no final ele ajuda todo mundo (nem sempre com boas intenções). Apesar disso, acho que ele cria um pouco de afeição pelo Will na trilogia de “Piratas do Caribe” e mostra que ele tem sim (um pouco de) coração. Johnny Depp está incrível nos três filmes. Acho seu humor espontâneo, um cara com muitas antíteses, que no final acaba sendo uma mistura de herói, vilão, interesseiro e mocinho. É tudo uma questão de imaginação. Quando imaginamos, tudo fica do jeito que queremos. Não tenho um herói de verdade porque eu acho que eles não passam de lendas, você pode criar o seu do jeito que imaginar. Qualquer um pode fazer a diferença e salvar vidas... Jack ajuda, não ajuda? Salva, não salva? Então, ele faz isso tudo do seu jeito, e por isso do meu jeito, no fim, considero ele como meu herói!

quinta-feira, 26 de março de 2009

Tenho Problemas Mensais

Tudo começa uma semana antes, aquele dia em que você acorda indisposta, com cólicas muito fortes, achando tudo uma porcaria e querendo fazer filosofias de botequim sobre a vida: isso chama TPM. Os sintomas podem mudar de mulher pra mulher, mas no fim tudo é estresse e tensão. Já sou estressada e choro fácil, não precisava ter uma TPM tão forte. A minha é ótima, meu Namorado que o diga. É nessa época que a gente mais briga e que eu mais choro, e vice-versa. Eu fico procurando defeito em tudo a minha volta. Fico muito carente, e desconto tudo isso no pobre coitado. Com certeza eu posso dizer que ele é um vencedor, me atura MESMO. Ele já sabe até mais ou menos a data em que ela vem para se preparar. Não me contrariar quando estou na TPM é uma ótima forma de evitar conflitos maiores. Estoque de chocolate no armário, muita atenção e paciência comigo também são essenciais para driblar esse pequeno (grande) problema mensal. Já que é difícil acabar com ele, a saída é tentar saber lidar com isso e desejar boa sorte para todos os homens que tem que conviver com mulheres tepeêmicas! (boa sorte, amor haha)

sábado, 21 de março de 2009

Barbie fala dos 50 anos, da separação e ainda afirma: sou muito mais do que uma boneca de plástico!

Fui atrás da boneca mais famosa do mundo em Miami, onde ela estava curtindo uns dias de descanso e me concedeu essa entrevista. Como sempre, simpática, nos recebeu com um sorriso de orelha à orelha..

Nanda: Está aproveitando bastante a pausa na rotina?

Barbie: Ah, pausa não, eu nunca paro (risos), estou só curtindo uns dias de descanso. Terminei agora meu novo filme que será lançado em setembro desse ano, “Barbie e as Três Mosqueteiras”!

N: Como foram as comemorações de 50 anos? Afinal, são 50 anos de muito glamour!

B: Ah, foram ótimas! Recebi homenagens lindíssimas em desfiles pelo mundo a fora! Parece que foi ontem que eu desfilei pela primeira vez com aquele maiô branco e preto, o tempo passa muito rápido. Porém, melhor do que estou, impossível. Ter 50 é demais!

N: Nessa época de crise e mudanças políticas, a Barbie já parou para filosofar no contexto que o mundo vive e o contexto em que ela vive?

B: Não sou alienada como pensam. A prova disso é que em dias de crise passei a cuidar melhor do meu patrimônio e a diminuir meu consumismo, sem perder o glamour, lógico. Acredito em mudanças. Filosofo sempre sobre o mundo em que vivemos, sou muito mais que uma boneca de plástico! – disse sorrindo.

N: Você não perde o senso de humor, é assim todos os dias?

B: Sempre. Acho que viver sorrindo é o segredo da minha juventude.

N: E o Ken, você tem falado com ele desde a separação?

B: Acabou o amor, não a afeição. Não dá pra parar de falar com alguém que você conviveu durante anos. Foi o amor da minha vida, o respeito muito.

N: E se aparecer alguém novo na sua vida?

B: Ih, querida! Tenho 50 anos e ainda tenho muito pra viver. O que pintar eu assino. Ken iria ficar feliz por mim.

N: Gostaria de deixar algum recado para seus fãs Brasileiros e leitores da Capricho?

B: Aguardem que em breve estarei mais perto de vocês através do meu novo filme! Espero em breve poder conhecer o Brasil!

Terminamos a conversa, e o sorriso não sumiu um minuto de seu rosto. Barbie disse que nos próximos dias estaria em NY divulgando sua nova coleção. Pelo visto ela tem 50, mas não pára mesmo!

Barbie desfilando o famoso maiô nas passarelas de NY em 9 de março de 1959

terça-feira, 17 de março de 2009

singular :)

Defendo a tese de que nascemos iguais (pelados e inocentes) e ao mesmo tempo diferentes. Então vestimos roupas, pensamentos, idéias e finalmente começamos a moldar nossa personalidade. Sempre sujeitos a influencias, afinal nada se cria, tudo se copia, reclicla, remonta, renova.. (mundo contemporâneo e renovável está ai ;). Então nossa personalidade vai buscando um lugar em que ela se encaixe. Um grupo, um estilo... Buscamos apenas estar confortáveis. Cada um com suas preferências, talentos, habilidades... Afinal, bem ou mal somos diferentes, por mais que tentamos sempre mudar algo em nós mesmos (jeito, atitudes, ideais, cabelo, roupas...). Existe um pequeno detalhe em cada um de nós chamado singularidade. Cada um tem a sua (ok, se você ainda não achou a sua, junte-se ao club dos que acreditam ter uma singularidade porém ainda não revelada, hahaha bem vindo ao club!). E por causa dela, nunca conseguimos ficar totalmente iguais. É sim difícil conviver com as diferenças, mas ao mesmo tempo as acho totalmente interessantes. Para uma observadora qualquer diferença basta. Menos “ctrl c + ctrl v” é o que precisamos em nossas vidas. Mais espontaneidade, criatividade e imaginação. Criar nossas próprias expectativas e sonhar nossos próprios sonhos. Conviver com as diferenças e aprimorar nossas singularidades. Assim cada um pode viver a própria vida sem precisar de mudanças extras e preocupações a mais (:

quinta-feira, 12 de março de 2009

"cuz i'm being taken over by THE FEAR"

Medo? Quem não sente medo? Medo do escuro, medo de altura, medo de barata, medo do desconhecido, medo de monstros, medo de vestibular... Eu sofro desse mal, e não sei como me livrar disso. É difícil pensar positivo no meu caso, sou totalmente pessimista. Medo é mais difícil de controlar do que eu imaginava. É dificil controlar ciúmes, certo? Medo de perder está envolvido nisso. Então podemos associar um sentimento chato que é o ciúmes com o medo, e ter noção de que sentir medo não é nada agradável. O que eu sinto não é só um medo do tipo ‘dormir sozinha’. É medo de me dedicar a algo que no final pode não dar resultado. Medo de me jogar e no final não ter uma cama elástica pra pular (bela comparação, mas é mais ou menos por ai o que eu sinto...). Medo é abstrato, mas uma coisa eu posso afirmar: quem nunca sentiu medo que atire a primeira pedra. Aaah, medo é normal, todo mundo sente, todo mundo tem. Já ouvi de uma senhora num filme: “como você pode sentir coragem, senão sentir medo primeiro?”, boa pergunta, né? Então, estou esperando e rezando para meu medo se transformar em coragem. Vestibular não passa de uma prova, certo? Nada demais, pra que medo! Haha... Só ironizando mesmo! Veeeem coragem (to iniciando a fase de pensamentos positivos).

 

ô uô... listen to the music: the fear - lily allen

:**

terça-feira, 10 de março de 2009

"Recriar cada momento belo, já vivido... ir mais, atravessar fronteiras do amanhecer e ao entardecer, olhar com calma então..."

Descansar muito, relaxar o tempo todo, dormir bem, acordar melhor ainda, comer chocolate, sair pra dançar, namorar, cuidar de mim, ler o que eu quero, estudar o que eu gosto, ver filmes repetidos, ingerir gorduras (em excesso), ouvir muita música boa, cantar alto, olhar estrelas, analisar trilhas de formigas, ser criança nas horas vagas, amar mais, brigar menos, sentir frio, embrulhar num cobertor, aproveitar mais o que ganho, dar mais valor ao que perco, sonhar mais, cruzar menos os braços, parar de assistir oportunidades correndo de mim, tomar mais banhos de água fria, olhar mais a realidade, analisar mais o dia-a-dia, comentar mais sobre o que acontece ao meu redor, fazer mais amizades, preservar mais meus amigos, amar mais meu namorado, colocar minha família sempre em primeiro lugar, equilibrar otimismo e pessimismo na minha vida e por ai vai... o negócio todo é ter disposição e equilíbrio, porque de resto, a vida está ai para ser aproveitada como manda o figurino! Tristezas de menos, alegrias a mais, uma pitada de bom humor e um caminhão de fantasias coloridas e doces cheios de açucares! Ando viciada no clichê, viva a vida! E quem não anda? Ah, quem não anda viciado nesse velho clichê, não sabe o que tá perdendo! :)